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Mostrando postagens com o rótulo Paulo Nassar

Comunicação Interna a favor da Marca

A comunicação para os funcionários é tão importante quanto a comunicação para os consumidores. Não compreender isso é correr o risco de passar a vida explicando o óleo derramado. A Petrobras foi protagonista, em 2000, de dois acidentes ambientais de grande proporção e de uma desastrada mudança de marca. Os derramamentos de petróleo em dois cartões postais brasileiros, reconhecidos mundialmente como ícones das belezas naturais, pareceram coisas do demônio tentando manchar num pacote só a imagem da empresa e dos principais pólos de turismo verde-amarelos: Rio de Janeiro e as Cataratas do Iguaçu. A mudança da marca Petrobras para Petrobrax demonstrou mais uma vez que uma empresa não é um sistema fechado. E que por isso mesmo não se muda a identidade de uma organização sem consultar, envolver, os seus stakeholders (acionistas, comunidade, funcionários, entre outros). Depois de investigadas as causas dos problemas da Petrobras, ficou claro que o "inferno" continua sendo as pessoas...

O mito antes do branding

Paulo Nassar Grande parte dos produtos ofertados diariamente em lojas e supermercados resulta de pesquisas, que identificam as subjetividades dos desejos dos consumidores, é sintetizada em laboratórios de marketing, e vai conquistar a preferência de quem os leve para casa. A criação de marcas, na chamada sociedade dos sonhos, é fruto de muita estatística, observação, psicologia, comunicação e controle. A ação cerebral de ligar os prazeres da vida, da mesa, da cama, da beleza, ao ato de comprar é religião profana, que junta o mundano ao sagrado - e é chamada pelos sacerdotes do marketing de branding. O filme "Coco antes de Chanel" (França, 2009), direção de Anne Fontaine, mostra um período da história do marketing em que era permitido algum tipo de aventura ou empreendedorismo no campo dos negócios. A estilista Gabrielle Bonheur Chanel (1883-1971), encarnada no filme por Audrey Tautou, nas primeiras décadas do século XX representava a pré-história da construção de marcas, em q...

Pesquisa de Comunicação - Conhecendo o cenário

O DatAberje, Instituto de Pesquisa da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (www.aberje.com.br), elaborou estudo sobre a ‘Comunicação corporativa nas organizações’, apresentando informações sobre as características atuais da comunicação nas grandes empresas. A pesquisa divulga dados de 2008 e é a maior já realizada em âmbito nacional. O estudo foi coordenado por Paulo Nassar, diretor da Aberje e professor da ECA-USP ((www.eca.usp.br)), e pela professora Suzel Figueiredo, diretora do DatAberje. Para acessar a pesquisa, clique no link a seguir: http://issuu.com/aberje/docs/comunica__o_corporativa_nas_organiza__es?mode=embed&documentId=090213145019-1be6f2e452fe4527a7cb52950ac5caad&layout=grey

Imagem contra

Os sempre muito bons textos de Nassar. Esse é um artigo publicado no site da Aberje. Abraços Danielly Cabraíba Imagem contra Nestes dias de turbulências econômicas produzidas por negociatas financeiras, lembro que empresas e empresários corruptos serão sempre um bom tema para a mídia e para a indústria cinematográfica. Diretores como Michael Moore têm construído suas carreiras atirando documentários contra entes corporativos cheios de controvérsias. Roger e Eu (1989, EUA) conta a história da desativação da primeira fábrica de automóveis da General Motors. Moore, de câmera e microfone em punho, perseguiu implacavelmente durante um ano o presidente da empresa, de então, Roger, para, finalmente, entrevistá-lo e constrangê-lo em uma coletiva de imprensa, às vésperas do Natal. Não queira, nunca, ter Michael Moore em seu encalço. Ele é um Narciso fascinado pela sua imagem, o objeto de seus documentários. Esse envolvimento também se revelou em The Big One (1997), que critica a demissão em ma...