"Em comunicação não basta focar o destino é preciso observar a ponte" Carlos Parente (Obrigado! Van Gogh)

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Assessoria de Imprensa Construir marca para gerar negócios

Assessoria de Imprensa Construir marca para gerar negócios


Não sei se é verídico e não sei o nome do pobre assessor que o escreveu. Vale a leitura - engraçada - pela classe!


DRAMAS, TRAGÉDIAS, IMCOMPREENSÃO E INTOLERÂNCIA

A dura vida de um assessor de imprensa


Ohio, Estados Unidos - Assessor de Imprensa de companhia aérea cai de avião em pleno vôo de uma linha inaugural. Só dão pela falta dele três meses depois. E mesmo assim só porque o dono da plantação de beterrabas onde o corpo foi encontrado resolve processar a empresa por perdas e danos. A bordo, jornalistas convidados são suspeitos naturais de terem empurrado o pobrezinho.

Nice, França - Assessor de Imprensa do zoológico municipal é devorado vivo depois de cair misteriosamente dentro da caverna dos ursos. Momentos antes ele recepcionara um grupo de jornalistas que foram conhecer as reformas do local. Uma vendedora de flores disse ter visto algumas pessoas – provavelmente os jornalistas - pulando e dançando como se estivessem comemorando. Ela foi atraída pelo som de gargalhadas.

Manchester, Inglaterra - Assessor de Imprensa de uma grande metalúrgica desaparece quando acompanha jornalistas que visitam a­ nova fundição. Foi o terceiro assessor da mesma empresa a desaparecer sem deixar vestígios justamente durante visitas da imprensa a fábrica.


Os três casos acima relatam a maneira cruel, desumana e aviltante com que são tratados os Assessores de Imprensa em todo o mundo. No primeiro caso, todos os jornalistas a bordo do vôo inaugural foram ouvidos. Todos – repito – todos negaram saber da existência do Assessor de Imprensa. “Não lembro dele. Nunca prestamos atenção desse tipo de gente”, disse um colunista.

A maioria dos jornalistas interrogados carregava uma canetinha e um bloquinho com a logomarca da companhia aérea. Era tarefa do Assessor de Imprensa distribuí-las. “Não sei como é que isso veio parar na minha bolsa”, esquivou-se uma repórter. O proprietário da plantação de beterrabas não pareceu muito preocupado com o destino do indigitado Assessor de Imprensa. “O sujeito caiu bem em cima da minha cerca eletrificada. Sabe quanto custa consertar uma cerca eletrificada? Seu depoimento ajudou pouco. Ou melhor: não ajudou em nada. “Acho que ele que estava vivo quando caiu, mas foi atropelado pelas vacas que passaram pela cerca para comer as beterrabas. Espero fazer logo um acordo com a empresa”.

O segundo caso é ainda mais lamentável. Câmeras do circuito interno do zoológico mostram closes do rosto desesperado do Assessor de Imprensa agarrado na beirada da toca dos ursos. Alguns sapatos são vistos amassando seus dedos, forçando sua queda. Pelo menos dois eram de salto alto, o que nos leva a imaginar o quão lancinantes foram as dores infligidas à vítima. Os rostos dos assassinos não aparecem. Eis um trecho do depoimento da florista: “Não tenho certeza, mas acho que entre as pessoas que fugiram após a queda estava alguém portando uma máquina fotográfica. Não posso afirmar isso com extrema convicção”. Isso poderia indicar a presença de um fotógrafo de jornal, mas a versão nunca foi confirmada. E o caso, mais uma vez, foi arquivado.

O terceiro caso chega a causar arrepios e mostra até que ponto chega a discriminação e a safadeza desumana contra os Assessores de Imprensa. Ele n os dá a idéia das atrocidades cometidas diariamente contra esses briosos profissionais em todo o mundo, que encontram o fim até mesmo sendo derretidos em fornos siderúrgicos. A polícia classificou o caso como “acidente de trabalho” resultante de “presumível inaptidão facilmente encontrável em profissionais vinculados ao sub-jornalismo”.


A HISTÓRIA DA ASSESSORIA DE IMPRENSA


A discriminação contra os assessores de imprensa tem origens históricas. Pesquisas revelam que a Assessoria de Imprensa é a segunda profissão mais antiga do mundo. A primeira todo mundo sabe qual é. Aquelas inscrições rupestres encontrada s em cavernas são, na verdade, press releases produzidos pelos primeiros Assessores de Imprensa. Na época eles já eram duramente castigados quando os releases não eram publicados. Em algumas pirâmides egípcias é possível ver claramente assessores de imprensa ajoelhados e sendo degolados enquanto pediam clemência e tentavam explicar que ainda não existiam veículos de comunicação para a divulgação das noticias.

O primeiro assessor de imprensa da era moderna trabalhava para o fundador de uma igreja na antiga Galiléia, hoje Oriente Médio. O patrão vivia dizendo que tinha a missão de propagar a palavra do próprio pai sobre a terra. “Foi pra isso que contratei você, Judas. Preciso aparecer. Preciso ocupar os espaços. Preciso ganhar a opinião publica, entende? Na semana que vem, vou dar uma ceia aqui em casa pro pessoal. Quero que isso saia em todas as colunas dos jornais.” O Assessor de Imprensa tentou argumentar. “Mestre, acho que a superexposição na mídia nesse momento é arriscada. Essa pode ser a última ceia”. Não foi ouvido. “Cala a boca. Meus quatro publishers, Mateus, Marcos, Lucas e João disseram o contrário, ouviu? E todos têm MBA. Quem és tu para afrontá-los? Anota aí os dados da porra da ceia”. Judas cumpriu a missão. Divulgou a ceia de forma exemplar. Um recorde em centimetragem. Todos sabem o que aconteceu depois…

Prohmass – Um marco Na incansável Luta pela Libertação do Assessor de Imprensa


A selvageria praticada contra essa laboriosa classe em todo o mundo despertou a reação de um corajoso grupo de Assessores d e Imprensa. Foi criado o Prohmass — Programa de Humanização do Assessor de Imprensa. Seus autores permanecem no anonimato, temendo represálias de editores, sub-editores, pauteiros e até simples repórteres e estagiários imberbes que dedicam aos Assessores de Imprensa uma perseguição implacável e sem tréguas. O Prohmass veio para romper grilhões e libertar os Assessores de Imprensa do jugo impiedoso do chamado “Olimpo do Terror”, habitado pelos temíveis e ferozes “Senhores da Vida e da Morte dos releases e press-kits”.


Princípios de Gerais Libertação – Projeto de Lei da Prohmass


1 . Fica vedado aos jornalistas a prática de atos de humilhação e vilipêndio contra a honra dos Assessores de Imprensa, tais como:


a) queimar, amassar ou rasgar releases na frente do Assessor de Imprensa que o redigiu depois de chamar o resto da redação pra testemunhar;


b) do mesmo modo, fica proibido fazer com que o Assessor de Imprensa engula o release na frente dos colegas;


c) arremessar releases em cestos de lixo a longa distancia acarretará processo também por parte da Confederação Brasileira de Basquete;


d) a utilização de releases como substitutos do papel higiênico passa a ser considerado crime de lesa-propriedade.


e) a utilização de releases para fazer fogo na churrasqueira acarretará ação civil pública por agressão ao meio-ambiente.


2. Os jornalistas ficam proibidos de exigir do Assessor de Imprensa contrapartidas para a publicação de releases, tais como:


a) passar flanela no carro do jornalista


b) passar lava-jato na calçada da casa do jornalista


c) dar banho no cachorro do jornalista


d) eliminar formigas e cupins no sítio do jornalista


e) levar a sogra do jornalista ao ortopedista


f) comprar viagra para o avô do jornalista


g) obrigar o Assessor de Imprensa a se deitar sobre poças de água para que o jornalista não molhe os sapatos


h) molestar sexualmente o Assessor de Imprensa valendo-se da ameaça de não publicação de releases


3. fica temporariamente vedado aos jornalistas:


a) empurrar o Assessor de Imprensa no poço do elevador;


b) levar o Assessor de Imprensa para a sacada da redação e derrubá-lo de lá de cima;


c) colocar fogo nas vestes de Assessores de Imprensa sem-teto que adormecem em pontos de ônibus urbanos, bancos de praças ou mictórios públicos;


d) atropelar propositadamente o Assessor de Imprensa no pátio do jornal, calçadas, ruas e demais logradouros por onde ele costuma transitar a pé;


e) afundar a cabeça do Assessor de Imprensa na privada, dando sucessivas descargas sob a torpe alegação de que é preciso “refrescar as idéias”;


f) enfiar os dedos do Assessor de Imprensa na tomada para verificação de voltagem da corrente elétrica.


AVE MARIA....QUE MEDO!!!!!!!!


Texto muito interessante que achei no site : http://deixeestar.wordpress.com/

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Gerenciamento de Crise

A primeira vista, a expressão "gerenciamento de crise" carrega consigo uma contradição semântica. Como gerenciar um fenômeno que desafia o conceito do que é rotineiro e previsível? Atualmente, com a rapidez da propagação das informações e a complexidade das relações globais, uma crise pode prejudicar, abalar ou até mesmo destruir a imagem de uma empresa, grupo ou instituição em pouco tempo, independente do seu grau de credibilidade ou solidez. Daí a importância do tema para instituições nacionais e permanentes como o Exército Brasileiro, que detém, junto à população brasileira, um dos maiores índices de respeito e credibilidade do País. Tal imagem, construída ao longo de toda a sua existência e assinalada pela participação em episódios marcantes da vida nacional, deve ser preservada por todos os seus integrantes.

O que é Crise?

Crise é diferente de problema. É um evento imprevisível com potencial para provocar prejuízos significativos a uma instituição e, conseqüentemente, aos seus integrantes. Se mal administrada, pode macular a credibilidade e a imagem da instituição. No Exército, ela pode ocorrer, dependendo do escalão considerado, de diversas formas e amplitudes . Acidentes com vítimas em treinamento militar ou na avaliação de um armamento a ser adotado, denúncias de irregularidades administrativas ou da participação de integrantes da Força em ilícitos e envolvimentos em problemas ambientais são, entre outros, exemplos de fatos que podem gerar uma crise. Fundamental, em qualquer caso, é agir com rapidez, de modo a identificar a crise, analisá-la, verificar sua amplitude e tomar as providências necessárias para amenizar suas conseqüências.

O Grupo de Gerenciamento

Para fazer frente à crise, é fundamental, nos escalões mais elevados, constituir um grupo de gerenciamento, que nada mais é do que a articulação de pessoas para esse fim. Esse grupo deve avaliar os potenciais riscos e preparar planos para agir preventivamente em relação a cada um deles, bem como gerenciar a crise já instalada. Nas situações de normalidade, o grupo deve simular ocorrências plausíveis de acontecer e, principalmente, quando a crise surgir, buscar o apoio dos mais diversos segmentos, tais como os públicos interno e externo da Força, a área governamental e a mídia - enfim, todos que possam auxiliar na manutenção da imagem da Instituição. O grupo deve ser formado por profissionais das áreas jurídica, financeira, de pessoal, de operações, de comunicação social e de inteligência, entre as mais importantes. É fundamental que possua poder de decisão, grande equilíbrio emocional e, de acordo com o problema, esteja em condições de convocar membros de outras áreas relacionadas ao fato específico para melhor adequar a solução.

O local de Gerenciamento

Uma sala deverá ser preparada para reunir o grupo de gerenciamento, de modo rápido e eficiente. O local precisa dispor de todos os meios necessários para os profissionais que irão gerenciar a crise, incluindo comunicação adequada, equipamentos de informática e de gravação (áudio e vídeo), informações ou acesso facilitado à(s) pessoa(s) ou órgão(s) envolvido(s), além de fácil consulta às normas preestabelecidas sobre o assunto a ser gerenciado e conexão à Internet e televisão para acompanhamento ininterrupto dos noticiários.

A Crise e a Comunicação Social

Nos casos de crise, cresce de importância a função do militar de Comunicação Social, que deverá contribuir para preservar, proteger e, muitas vezes, reconstruir a imagem da Instituição. É necessário que os fatos sejam informados aos órgãos de Comunicação Social assim que ocorram, de forma que possam ser treinados porta-vozes, mobiliados postos de atendimento e respondidos os questionamentos da imprensa.

O que fazer

1) Calma! Prepare-se! Não saia falando sem saber o que de fato aconteceu. Declare à imprensa que você irá se informar e voltará a falar. E volte!

2) Não tema! Fale!Se você não falar, alguém vai falar por você. Só que não necessariamente a verdade. Seja ágil em sua resposta para a mídia.

3) Mentir, jamais!A mentira tem pernas curtas. E, quando alguém descobrir que você está mentindo, o último e mais precioso recurso que lhe resta, a boa vontade da opinião pública, estará perdido.

4) Assegure-se de estar sendo compreendido.Tudo é uma questão de comunicação. Será que os jornalistas e a opinião pública estão de fato entendendo e aceitando o que você está falando? Cuidado com termos técnicos e evasivos.

5) Não especule. Não brinque. Não subestime.Não dê a impressão de que você é arrogante ou age de má-fé.

6) Jamais diga "sem comentários" ou "nada a declarar".Essas frases, antipáticas, dão a impressão de que você tem algo a esconder.

7) Trate de ser identificado como honesto.A imagem e a credibilidade, no momento de crise, são decisivas. O que vale aqui é aquele dito antigo: "À mulher de César não basta ser honesta, deve parecer honesta".

8) Lembre-se ainda:
em situações em que há vítimas, não deixe de informar, imediatamente, à família e prestar solidariedade e apoio a ela, por intermédio de um grupo de acompanhamento, treinado para isso. É inaceitável os familiares tomarem conhecimento por outros meios, bem depois do ocorrido;

monte um comitê para gerenciar a crise e sua comunicação;

prepare press-releases, depoimentos, listas de perguntas e respostas, testemunhas favoráveis, etc.;

agende entrevistas e atenda bem à imprensa;

publique uma nota explicando a posição da Instituição;

monitore a mídia e corrija erros;

mantenha ativos os canais de comunicação com o escalão superior;

se necessário, estabeleça uma central de atendimento para o público; e
monitore a reação dos diversos públicos afetados e cuide de mantê-los bem informados.

O que não fazer

Cuidado com a postura na condução de uma crise. Evite agir das seguintes formas:

1) "Estou sendo injustiçado".Mesmo que você tenha agido de boa-fé, não se julgue perseguido pela imprensa ou por determinados setores da sociedade. Isso não resolve e ainda agrava a situação.

2) "Não é problema meu".Não tente se preservar. Saiba que gerenciar a crise com competência pode significar a manutenção da imagem da Instituição e o reconhecimento de todos pelo seu trabalho.

3) "Me respeite".Por mais envolvido que você esteja, a questão não é pessoal. Menos envolvimento emocional facilita o raciocínio equilibrado.

4) "Não quero incomodar meus chefes".Não demore. Comunique a crise imediatamente aos escalões mais altos. O fator tempo é fundamental.

5) "Foi um episódio isolado e não vai acontecer novamente".Não ignore sinais de alerta. Resolva problemas potencialmente graves da primeira vez, antes de se tornarem crises.

6) "Isso não vai dar em nada"."Efeito avestruz" não ajuda. O que você prefere: um fim horroroso ou um horror sem fim?

7) "Seguimos todas as normas, padrões e regulamentos da Instituição".E quem se importa com isso?
8) "Legalmente estamos cobertos".Ter respaldo legal em crises não significa vencê-las. A questão é de imagem e não apenas de leis. Aspectos éticos são mais relevantes.

9) "Foi um problema menor e não há motivo para pânico".Não se iluda. Uma pequena rachadura num dique pode significar catástrofe.

10) "Não negligencie o público interno".Respeitado e bem informado, ele pode ser seu aliado.

Orientações para os Pequenos Escalões

É importante ressaltar que as orientações aqui contidas estão mais voltadas para os altos escalões da Instituição, que terão melhores condições para montar a estrutura adequada e tomar as providências sugeridas. Aos pequenos escalões, é pertinente uma adaptação dos dados aqui lançados e a procura do apoio do escalão superior quando em momentos de crise.

Prevenção da Crise
Para finalizar, lembre-se de que, em situação de crise, o preparo conta muito mais que a sorte. Seguem algumas medidas para prevenção de crise:

prepare uma assessoria qualificada para desenvolver um programa de treinamento em gerenciamento de crise e elaborar um manual de crises, no qual constem os procedimentos a serem adotados pelas partes envolvidas;

envolva todo o seu estado-maior;

faça um midia-training (treinamento para lidar com a imprensa) de crise;

faça um brainstorming (técnica utilizada para estimular o pensamento criativo em busca de uma solução) de possibilidades de crise em seu local de trabalho. A pior crise é aquela para a qual não estamos preparados;

desenvolva um extenso questionário e prepare as respostas para as possíveis perguntas;
desenvolva idéias-força;

crie um comitê de crise e o reúna ao menos uma vez por mês para novas avaliações; e
em determinadas situações, institua a figura de um negociador, que conheça o linguajar usado pelos interlocutores e não pertença ao grupo de gerenciamento de crise. Ele deve ter autonomia para tomar decisões e ser amigo da(s) família(s) da(s) vítima(s), quando for o caso.


Bibliografia:

SUSSKIND, Lawrence; FIELD, Patrick. Em crise com a opinião pública. SãoPaulo: Futura,1997.
NEVES, Roberto de Castro. Crises empresariais com a opinião pública. Riode Janeiro: Mauad, 2002.COMO Sobreviver na crise, sem crise. Propaganda, São Paulo: nº 486, p.9-12, ago. 1993.
BREITINGER, Jacqueline. A arte de apagar incêndios. Exame, São Paulo: v.32, nº 15, p. 118-119, jul. 1998.
CORREIA, Cristiane. Para sair do pesadelo. Exame, São Paulo: v. 35, nº 7,p. 44-45, abr. 2001.
CALDINI, Alexandre. Como gerenciar a crise. Exame, São Paulo: v. 34, nº 2,p. 116-118, jan. 2000.

Material do site: http://www.oquintopoder.com.br/

terça-feira, 16 de dezembro de 2008


MAIS SOBRE O CURSO

O curso será em Maceió, provavelmente no auditório do CREA, nos dias 21, 22 e 23 de janeiro. Será ministrado por Renata Pais, Jornalista, proprietária da Midia Nova Comunicação, empresa que faz assessoria para a Petrobras no estado de alagoas, do Shopping Iguatemi e que já teve em sua carteira grandes outras contas, como o Maceió Fest, também vem uma assessora de Recife, mas estamos confirmando o nome para divulgação.
O curso apesar da curta duração, vai ser extremamente prático...vão ser três dias de aprendizado intenso sobre o dia a dia da assessoria, como oferecer os serviços, como medir o trabalho no mercado (retorno em dinheiro), clipping com valor de mercado, macetes de release para melhor aceitação. Vai ser uma ótima ferramenta para quem pretende atuar na área.


Investimento R$ 120,00


VAGAS LIMITADAS

CURSO PRÁTICO DE ASSESSORIA DE IMPRENSA MACEIÓ

Curso Prático de Assessoria de Imprensa em Maceió

Muitas teorias tem sido discutidas, sobre assessoria de imprensa,o que é, de quem é o papel de exercer essa função e tantas outraspremissas. Esse curso vem para tratar da questão prática da função,do dia-a-dia do profissional, como escrever um release com melhoraceitação, como fazer clipagem, como medir o valor de cada nota dejornal ou inserção na tv e rádio, como utilizar os novos veículos eletrônicos,como fazer relatórios de seu trabalho e muitas outras coisas.
Você não pode perder! Em Janeiro...

Realização Mídia Nova Comunicação
maiores informações no telefone 91050438 e e-mail:cursoassessoriadeimprensa@yahoo.com.br

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

AA1000

Fazendo um trabalho para pós graduação fiquei conhecendo essa norma que muito tem a ver com Comunicação Empresarial e eu não conhecia. Achei interessante um case que encontrei do Itaú Holding e vou dividi-lo com vocês.

Abraços,

AA 1000 – a norma e seu alcance

A AccountAbility 1000 (AA1000) é uma norma internacional que orienta a construção de relacionamentos sustentáveis com públicos estratégicos e é reconhecida como prática de
excelência corporativa pelos Índices Mundiais de Sustentabilidade Dow Jones (DJSI),pela Global
Reporting Initiative (GRI) e por outros ratings e rankings de âmbitomundial.

Criada em 1999 pelo Institute of Social and Ethical AccountAbility (Isea),de Londres, a
Norma AA1000 é uma das ferramentas de gestão mais abrangentes na área de responsabilidade social empresarial. A adoção dessa plataforma temcomo objetivo aperfeiçoar,dentro de uma organização, o processo de levantamento de informações,de auditoria e de relato de suas práticas, priorizando o diálogo comseus públicos estratégicos.

No Brasil,poucas organizações já adotarama Norma AA1000.O Itaú Holding, ao iniciar a
implementação da norma em2006, atuou com pioneirismo tambémnessa área e espera que
seu exemplo incentive outras organizações a examinar seusmodelos de gestão e práticas
socioambientais.


Itaú é Pioneiro na Adoção da Norma AA1000

Em 2007,o Itaú Holding deu seqüência ao projeto de implementação da Norma AccountAbility 1000 (AA1000) – um processo iniciado em 2006 e que tempor objetivo aprimorar de forma continuada o engajamento de seus públicos estratégicos,ou stakeholders.Dessa forma, a Organização reforça seu posicionamento como instituição ética e transparente.

Um dos méritos do Processo AA1000 é criar condições para que o Banco integre num corpo
único de ações seus Valores Corporativos, sua Visão, seu Código de Ética Corporativo e sua Política de Sustentabilidade.O processo também apóia e expande as atividades de comunicação e
estruturação dos relatos destinados aos públicos estratégicos.Todo esse arcabouço, sem dúvida,
contribui para sedimentar o caminho da Organização rumo ao desenvolvimento sustentável.

Em termos de estrutura administrativa no Itaú Holding,o planejamento e a gestão da Norma
AA1000 são conduzidos pelo Comitê Executivo de Responsabilidade Socioambiental e operacionalizados pela área de Consultoria de Ética Corporativa.

No entanto, todo o projeto émuito amplo e com vários desdobramentos,envolve toda a estrutura do Banco,exigindo umplanejamento de longo prazo e ações por parte de todas as equipes da
Organização,não só daquelas diretamente envolvidas no processo de implementação e
disseminação da norma.


Fica aqui um apretivo para vocês buscarem mais informações sobre o assunto.


Dani Cabraíba