"Em comunicação não basta focar o destino é preciso observar a ponte" Carlos Parente (Obrigado! Van Gogh)

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Puxa esse povo sei não...

Tiraram do ar a propaganda das havaianas com a vovó e o Cauã Reymond....

http://www.youtube.com/watch?v=u9G5NHkhsFI

Como a Internet é um meio mais democrático ... a propaganda está na net, no site oficial das havaianas e também no link abaixo no Youtube.

http://www.youtube.com/watch?v=q4Lsk_cEdQA


VIVA A DEMOCRACIA!!!

E-mail Marketing - Assunto do momento

Rodrigo Gonçalves tira dúvida sobre e-mail marketing no portal Nós da Comunicação.


Rodrigo Gonçalves: mitos e verdades sobre o novo código de e-mail marketing

Há algumas semanas, desde o lançamento oficial do novo código de autorregulamentação de e-mail marketing, tenho lido e ouvido algumas questões e afirmações que colocam em dúvida a praticidade do documento, o que não é verdade. Vejamos alguns mitos e a verdade a respeito do novo código:

MITO 1: O código proíbe o envio de e-mails sem autorização para fins de prospecção.

FATO: Esta é uma informação que não procede. Primeiro porque, mesmo sem o código, no Brasil, a prática de envio de e-mails sem solicitação é considerada SPAM, gerando bloqueios por parte dos provedores de e-mails (gratuitos e corporativos) e inclusões em listas internacionais de RBL (as black-lists de spammers). Então, o código apenas reafirma o não uso dessa prática.

A metodologia de envio de e-mails sem autorização para fins de prospecção é conhecida como Modelo Opt-out e, atualmente, só é praticada nos Estados Unidos. A Europa adotou o modelo Opt-in, no qual é necessária a prévia inscrição de todos em listas autorizadas de e-mails e o Brasil adotou o modelo Soft Opt-in, em que basta um prévio contato comercial ou social para o envio dos primeiros e-mails.

Em todo caso, como sabemos que a Internet é global e suas ações provocam reações em vários lugares, recomendamos inclusive a adoção do Double Opt-in (o opt-in que é confirmado através de um link enviado por e-mail), pois uma campanha enviada do Brasil pode sofrer bloqueios em black-lists na Europa ou em qualquer outro lugar do mundo e, dependendo da RBL, a política de desbloqueio é a comprovação através de log do cadastramento daquele destinatário, sob pena de permanecer bloqueado ad eternum.

O código apenas defende o direito do destinatário de receber aquilo que lhe interessa.

MITO 2: Se não posso enviar e-mails não autorizados para prospecção, o negócio do e-mail marketing não funciona.

FATO: Qualquer bom profissional de marketing sabe que a obtenção de e-mails para cadastramento não está diretamente relacionada ao envio de e-mails ou ao website. Existem diversas metodologias on-line e off-line para prospecção. Basta usar a criatividade e a inteligência ou conhecer um bom profissional de marketing digital.Como exemplo, podemos citar a utilização de bases em parceria, como previsto pelo próprio código em seu artigo sétimo.

Na prática, funciona assim:

A sua empresa gostaria de fazer e-mail marketing, mas não possui uma base de e-mails significativa. Então, busca uma empresa parceira, que fará uma campanha de indicação, em que o assunto, o remetente e o e-mail vão identificados como aquele da empresa que detém o opt-in daqueles e-mails (a parceira), mas o restante do conteúdo vai apresentando a sua empresa. No mesmo e-mail pode ser incluído um mecanismo de opt-in, para aqueles que desejarem fazer parte de sua lista de envios permanente. Este é apenas um método entre vários possíveis.

MITO 3: Ora, se o outdoor e o anúncio de TV são exibidos ao público sem autorização, por que o e-mail marketing não pode ser do mesmo jeito?

FATO: Bem, quanto ao outdoor, o público não guarda a mídia dentro da bolsa, portanto, não acumula espaço. E quanto à exposição, a pessoa pode olhar para o outro lado. E na TV? Será que ninguém muda de canal na hora do intervalo? Nessas duas mídias há a escolha do envolvido em ser atingido ou não pela mensagem. O e-mail marketing é mídia de permissão, marketing direto. Não deve nunca ser confundido com mídia de massa.

MITO 4: Meu produto só venderá se eu mandar e-mails para o maior número de pessoas possível. SPAM pode até ser errado, mas dá resultado.

FATO: Já existem números que comprovam que e-mail marketing, feito da maneira correta, enxuga custos e gera resultados. Mantendo relacionamento, buscando informações, é possível enviar o e-mail certo para as pessoas certas e gerar boas conversões. Quanto ao fato de haver conversões também com o SPAM, que pode ser errado, mas dá resultado, uma afirmação categórica minha: roubar bancos também pode dar resultado e, nem por isso é correto, não?
Enviem suas perguntas. Vamos tornar o código cada vez mais claro para todos. Faz bem para o mercado, faz bem para o consumidor.

Rodrigo Gonçalves é gerente comercial da Mailsender Tecnologia. Consultor de marketing, atua também com inteligência competitiva.

Máteria disponível em: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=165&tipo=G

domingo, 27 de setembro de 2009

DIREITO É DIREITO

Uma amiga me mandou...leu no portal COMUNIQUE-SE. Se liga galera...passar boa informação pra frente é legal...mas sem esquecer de dá o crédito a quem é de direito.

bjus


Dani Cabraíba

'Copia e cola' de releases pode gerar processo por dano moral
Izabela Vasconcelos, de São Paulo

"Copia e cola" de releases é algo conhecido pelos jornalistas, mas pior ainda quando a notícia é publicada com o crédito indevido. Foi o que aconteceu com a jornalista Claudia Yoscimoto, que teve uma matéria publicada na íntegra em um site, assinada por outro profissional. Mais que antiética, essa atitude é ilegal e pode gerar processos por danos morais.

Na época, Claudia fazia um trabalho para o então prefeito de Mogi das Cruzes (SP), Junji Abe. A jornalista acompanhou a visita do prefeito ao Japão e divulgou o fato aos órgãos de imprensa brasileiros no país e à assessoria de imprensa da prefeitura. O caso aconteceu em 2007, mas Claudia só se deu conta quando fez uma busca pelos textos para incluir em seu portifólio. “Foi a primeira vez que isso aconteceu comigo. Quando se muda alguma coisa, tudo bem, mas dar crédito para outra pessoa, isso foi antiético”.

Para o presidente da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual dos Jornalistas Profissionais (Apijor), Frederico Ghedini, apesar das assessorias de imprensa terem suas particularidades, os profissionais que atuam nessa área podem reclamar seus direitos. “Ninguém pode colocar o nome em um texto que não foi ele quem fez. Isso pode suscitar uma ação por danos morais. É uma questão de direito autoral”, explica.

Outros problemas

A jornalista Paula Batista, sócia da Lide Multimidia, agência de comunicação com sede no Paraná, conta que o fato é comum. “Isso acontece bastante, de colocar o nome do jornalista do veículo, quando não usam o assessor como fonte, aspas na matéria. Mas não há muito o que fazer, porque geralmente ficamos sabendo muito tempo depois da publicação, e lidamos com um universo muito grande de jornalistas, alguns mais conhecidos, outros não”.

Paula considera esse tipo de situação constrangedora para explicar para o cliente e adota algumas medidas para coibir a apropriação dos textos da assessoria. “Queremos que os clientes sejam divulgados na imprensa, mas quando acontece essas coisas acabamos restringindo, evitando de pautar o veículo. Outra opção é fazer o follow-up, para inibir e permitir que o jornalista fale com o porta-voz”, afirma.

A jornalista relata um dos episódios que ela diz acontecer com frequência. “Quando fiz um trabalho para uma ONG, enviei um release. Quando fui ver, o texto havia sido publicado na íntegra em uma página inteira de um jornal”, relembra Paula, que enfatiza que fatos como esse acontecem principalmente em veículos pequenos, mas há exceções. “Isso já aconteceu na extinta Gazeta Mercantil, publicaram um release nosso, acrescentaram apenas um olho”, conta.

Para a advogada da Apijor, Dra. Silvia Neli, casos como estes são comuns. “Um dos mais recentes que me lembro foi o caso da publicação de uma foto como ‘divulgação’ na Folha. A foto foi enviada por uma assessoria. Ganhamos em primeira instância, mas a Folha está recorrendo”.Silvia afirma que é essencial os jornalistas estarem atentos aos direitos autorais. “É importante ter essa atenção, o que não é uma prática no mercado, porque a qualquer momento uma pessoa pode requerer seu direito”, conclui.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Comunicação Interna

Nessas minhas pesquisas para o TCC da pós, conheci uma personalidade da comunicação com um discurso muito pertinente no que envolve a comunicação interna, apesar de conhecer alguns de seus livros, não os tinha lido. A partir de agora serão "livros de cabeceira". O nome dela é Analisa de Medeiros Brum. Referência no assunto, tem material seu nos mais diversos sites da área de comunicação e gestão de pessoa, além dos livros publicados. Foi se dúvida nenhuma um sopro de energia, vê uma profissional tão bem posicionada com um discurso tão coerente quando o assunto é comunicação interna. Para ela, eu tiro o chápeu e bato palmas....de pé.

Abraços a todos.

Danielly Cabraíba

A comunicação interna para fora

O problema não está apenas no canal ou no meio, mas principalmente no fato de algumas pessoas ainda não entenderem a informação como um benefício

Por Analisa de Medeiros Brum*


As empresas estão encarando o árduo desafio da hiperescolha e da saturação dos processos de comunicação. Já não é suficiente cumprir o compromisso de informar, ou seja: entregar aos seus colaboradores um nível satisfatório de informações que possa facilitar e até mesmo incentivar o trabalho que desenvolvem.

O grande número de e-mails que as pessoas recebem diariamente faz com que se sintam na obrigação e/ou no privilégio de escolher aqueles que vão abrir, ler e absorver. O e-mail é um canal de comunicação comum, como o telefone: as mensagens virtuais podem ser originadas externa ou internamente, assim como as ligações que recebemos podem ser externas ou internas.

Dentro desse contexto, tudo aquilo que a empresa envia através do computador para o seu público interno pode se perder no meio de tantas opções a serem abertas e lidas. Ao mesmo tempo, existe um fator psicológico que faz com que as pessoas tenham o sentimento de “missão cumprida” ou de “demandas realizadas”, sempre que limpam a sua caixa de e-mails. E na ânsia do esvaziá-la, desfazem-se de mensagens que, mesmo vindas da empresa na qual trabalham, julgam não serem importantes.

Aqueles que trabalham nas áreas administrativa e operacional, na maior parte das vezes, podem ser atingidos por outros canais bem diferentes do e-mail, como, por exemplo, um jornal de parede, um informativo em papel ou até mesmo um outdoor. São pessoas que atuam dentro de uma determinada área e isso permite que sejam acessadas por outros canais visuais.

No entanto, a maior dificuldade das empresas não está na “comunicação interna para “dentro” e, sim, na “comunicação interna para fora”. Sim, esses dois caminhos dentro da comunicação interna existem e devem ser diferenciados: a para fora é aquela que precisa atingir colaboradores que possuem uma atuação externa e que compõem o segmento de público interno que mais representa a marca e a imagem da empresa. Refiro-me a vendedores, representantes, prestadores de serviços de instalação, manutenção, entre outros profissionais.

Imagine uma equipe comercial que raramente visita a sede da empresa, mas que a representa em todos os contatos que faz com clientes. Existem dois caminhos para que uma empresa se comunique com esse tipo de público:

• Por e-mail, pois há a crença de que profissionais da área comercial abrem sua caixa postal pelo menos uma vez ao dia, geralmente no final do expediente; e
• O informativo em papel, enviado pelo correio para o endereço pessoal de cada vendedor ou representante.

Apesar de existirem esses dois caminhos, as empresas acabam optando pelo mais rápido e de menor custo, que é o e-mail. Afinal, um informativo em papel precisa ser redigido, diagramado, revisado, finalizado, impresso e postado. A informação, especialmente aquela relacionada com o processo comercial de uma empresa, num mercado em movimento, não pode esperar por todas as etapas desse processo.

Em contrapartida, apesar da rapidez e do baixo custo, o que é enviado por e-mail entra no espaço da hiperescolha e da saturação. Isso significa que a informação chega ao seu destinatário, mas não quer dizer que seja lida. Muitas vezes, um título similar ao anterior é suficiente para que a pessoa entenda que já recebeu aquele e-mail ou que já domina aquele assunto.

Existe a constatação de que, quando uma empresa cria um novo canal de comunicação interna por e-mail e dá a ele um nome como, por exemplo, Informação para você ou Informação comercial ou até mesmo algo como Saiba mais, já o torna predestinado a despertar o interesse das pessoas por pouco tempo.

A repetição do mesmo título na caixa de e-mail faz com que as pessoas abram-na rapidamente apenas nas primeiras vezes. Com o passar do tempo, torna-se apenas mais uma mensagem no meio de tantas com um título que elas já conhecem. O problema não está apenas no canal ou no meio, mas principalmente no fato de algumas pessoas ainda não entenderem a informação como um benefício.

Esta é a maior dificuldade das empresas: fazer com que as pessoas percebam que a informação é um benefício a que têm direito. De nada adianta trocar o nome e o cabeçalho do e-mail se o conteúdo não representar algo concreto. Da mesma forma, é importante que o e-mail não tenha um título que se repita em todas as edições e, sim, manchetes. Imagine um profissional de vendas recebendo um e-mail cujo título é: “Desconto a ser oferecido ao seu cliente para aumentar suas vendas” ou “Nova condição de pagamento que aumentará suas vendas”. Certamente a mensagem será aberta, lida e absorvida, pois o interesse da pessoa será concreto, assim como o benefício.

Isso significa que as empresas não devem mais ter jornais eletrônicos que chegam na caixa de e-mail das pessoas sempre com o mesmo nome? Não. As empresas continuarão tendo suas publicações digitais e elas continuarão sendo batizadas. Existem diversas empresas que utilizam esta ferramenta de comunicação com eficácia. Mas é preciso focar no resultado. Se uma pessoa da área operacional ou administrativa deixar de abrir o jornal eletrônico num determinado dia, certamente a empresa não perderá muito com isso.

Entretanto, se um profissional da área comercial – que lida diretamente com o cliente e contribui decisivamente para o faturamento da empresa – não abrir aquele e-mail específico com informações importantes para o fechamento de um negócio, todos perderão com isso. Esta é a diferença que precisa ser levada em consideração e que nos mostra que a comunicação com vendedores e representantes, de uma forma geral, precisa ser diferenciada e, ao mesmo tempo, motivacional.

Motivação quer dizer “movimento para a ação”. O título de um e-mail de “comunicação interna para fora” precisa motivar o profissional a abrir e ler o que lhe foi enviado. Isso inclui um trabalho, com campanhas que atinjam estas pessoas e que mostrem a elas que a informação deve ser vista como um benefício. As campanhas educativas são importantes exatamente porque, para a comunicação rápida e eficaz com profissionais que atuam literalmente fora da empresa, não existe outro caminho que não seja o eletrônico.

Como novidade nessa área e para fugir desse cenário de concorrência que tomou conta das caixas de e-mail, algumas empresas estão se utilizando de softwares específicos para a comunicação interna. São programas instalados no computador de vendedores e representantes que produzem um sistema de alerta, fazendo com que a mensagem entre automaticamente, sem precisar ser acessada.

Esse tipo de programa funciona da seguinte forma: o profissional está trabalhando no seu computador e a mensagem entra através de um alerta de imagem, de texto ou de vídeo. Um exemplo dos benefícios desse tipo de ferramenta é o fato de um presidente de empresa poder falar com todos os seus vendedores e representantes através de um alerta de vídeo, sempre que desejar.

O programa possibilita também o levantamento da opinião desse segmento de público interno através de enquetes, sobre qualquer assunto, com o resultado em poucos minutos (ou no prazo de um dia, levando em consideração que vendedores e representantes acessam seus computadores no final de cada dia...).

Caso a pessoa tenha passado todo o dia sem acessar o seu computador, quando o fizer, os alertas entrarão, e a comunicação acontecerá de forma automática e imediata, sem a necessidade da interação do receptor. Mesmo não necessitando abrir a informação para se deparar com ela, é importante que esse público entenda o benefício da informação, caso contrário, tampouco terá disponibilidade para ler as mensagens, mesmo que em formato de alerta.

Existem outros caminhos? Sim, mas igualmente eletrônicos e talvez um pouco mais complexos como, por exemplo, a possibilidade de a empresa criar uma rede social interna somente para os seus vendedores e representantes.

Numa rede social interna, esse público poderia não apenas receber informações, mas postar suas opiniões e experiências, entre outros dados. No entanto, é preciso lembrar que uma rede social precisa ser acessada, ou seja, a empresa estará novamente diante da vontade do profissional em abri-la ou não.

* Analisa de Medeiros Brum é Diretora Presidente da HappyHouseBrasil, Agência de Endomarketing e Autora dos livros Endomarketing, Endomarketing como Estratégia de Gestão, Um Olhar sobre o Marketing Interno, Respirando Endomarketing, Face a Face com o Endomarketing, e Endomarketing de A a Z.

*material disponível em:
http://www.mundodomarketing.com.br/3,10823,a-comunicacao-interna-para-fora.htm

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Abertas as inscrições para o Seminário de Comunicação do BB

Estão abertas as inscrições para o XIV Seminário de Comunicação Banco do Brasil, que será realizado de 23 a 25 de setembro, em São Paulo. Os interessados devem encaminhar e-mail para imprensa@bb.com.br até o próximo dia 16, com nome completo, cargo e instituição em que trabalha/estuda. O número de vagas é limitado e a inscrição, gratuita.

XIV SEMINÁRIO DE COMUNICAÇÃO BANCO DO BRASIL
"Os novos desafios da comunicação corporativa"


Caesar Business Paulista – São Paulo


Mediação – Professor Carlos Chaparro


Quarta-feira – 23.09.2009


18h – Credenciamento


19h – Conferência de Abertura

“Transformações socioeconômicas no Brasil e no mundo em tempos de crise global”
- Luiz Gonzaga Belluzzo (economista, professor titular de Economia da Unicamp, consultor editorial da revista Carta Capital, colunista da Folha de São Paulo e presidente da Sociedade Esportiva Palmeiras)


20h às 20h30min – Debate


20h30min – Coquetel de abertura – Lançamento do livro do XIII Seminário de Comunicação


Quinta-feira – 24.09.2009


09h às 10h20min – O papel da comunicação corporativa diante da crise global

- Marco Antônio Lage (jornalista, diretor de Comunicação Corporativa da Fiat Automóveis)

- Marcelo Mendonça (jornalista, diretor de Assuntos Corporativos da TAM Linhas Aéreas)


10h20min às 10h50min - Debate


10h50min às 11h - coffee break


11h às 12h20min – Como a crise global impacta as marcas

- Armando Strozenberg (publicitário e jornalista, chairman da Euro RSCG Contemporânea, vice-presidente da Abap e membro do Conselho Superior e presidente da 3ª Câmara de Ética do Conar)

- José Roberto Martins (administrador, fundador da GlobalBrands Consultoria, coordenador do MBA Executivo em Branding da FAAP e autor de livros sobre marcas)


12h20min às 12h50min – Debate


12h50min às 14h50min - Almoço


14h50min às 16h10min – Comunicação corporativa: conflitos e horizontes

- Eduardo Ribeiro (jornalista, diretor da newsletter Jornalistas & Cia e do Mega Brasil Comunicação)

- Wilson da Costa Bueno (jornalista, professor da Universidade Metodista de São Paulo e diretor da Comtexto Comunicação e Pesquisa)


16h10min às 16h40min - Debate


16h40min às 16h50min - coffee break


16h50min às 18h10min – Como a comunicação integrada pode fazer a diferença

- Margarida Kunsch (relações públicas, professora da USP, autora do livro “Planejamento de relações públicas na comunicação integrada”)

- Gal Barradas (Publicitária, vice-presidente de Negócios e Gestão Estratégica de Marcas do Grupo TV1)


18h10min às 18h40min – Debate


Sexta-feira - 25.09.2009


09h às 10h20min – Novos paradigmas na relação entre jornalistas e fontes

- Carlos Chaparro (jornalista, professor da USP, autor do blog “O Xis da Questão” e do livro “A Pragmática do Jornalismo”, entre outros)

- Cláudia Vassalo (jornalista, diretora de redação da revista Exame)


10h20min às 10h50min - Debate


10h50min às 11h - coffee break


11h às 12h20min – Comunicação empresarial e as mídias sociais

- Beth Saad (administradora de empresas, professora da USP e pesquisadora e estrategista nas áreas de comunicação digital e jornalismo digital)

- Thiane Loureiro (diretora regional para Prática Digital na América Latina da Edelman)


12h20min às 12h50min – Debate


12h50min às 14h50min - Almoço


14h50min às 16h10min – A importância da comunicação na internacionalização de empresas e instituições

- Rodrigo Baena (diretor da Área Internacional da Secretaria de Comunicação da Presidência da República)

- Alicia Martínez Pardíes (jornalista, presidente da Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira no Brasil e correspondente da Agência Internacional de Notícias - Itália)


16h10min às 16h40min - Debate


16h40min às 16h50min - coffee break


16h50min às 18h10min – Comunicação, estatísticas e pesquisas

- Giselle Lorenzetti (relações públicas, diretora-executiva da LVBA Comunicação e vice-presidente da Abracom)
- Cristina Panella (Socióloga, diretora-geral da CDN Estudos & Pesquisas)

18h10min às 18h40min – Debate

18h40min - Encerramento

Se eu pudesse não faltava!!!
Bjus

Dani Cabraíba



Como transformar funcionários em colaboradores da marca

Ninguém sabe muito bem o que acontece, mas existem algumas profissões que fazem com que as pessoas se lembrem de problemas que têm quando se encontram. Eu costumo chamar isso de "Síndrome do Médico". Existem dois exemplos clássicos: médicos e profissionais de tecnologia. Os médicos porque, ao falar sua profissão para qualquer pessoa, correm sério risco de ouvir a famosa frase: "Hum, você é médico? Estou com uma dorzinha aqui que não me deixa em paz. O que pode ser? O que eu devo tomar?".

Se alguém falar que trabalha com tecnologia ou Internet, prepare-se para ouvir frases como: "Que bom que você trabalha com isso, meu computador está com um problema que eu não sei o que é. Estava tudo bem e agora não abre nada. Acho que é vírus. Você pode dar uma olhada?". E lá vai você tentar explicar que, embora você trabalhe em uma agência de comunicação digital, isso não te faz um técnico em informática. Na verdade, isso é uma maneira de pedir ajuda para quem, teoricamente, conhece os atalhos, saberia consertar rapidamente, e o melhor: apenas fazendo um favor sem cobrar nada.

Pois bem, hoje há uma necessidade por ‘profissionais' com essas características. Na verdade, não depende tanto da profissão, mas sim do tipo de organização em que você trabalha. Empresas de telecomunicações (telefonia e Internet), bancos, cartão de crédito, com certeza lideram esse ranking informal da "Síndrome do Médico". Experimente falar que você é funcionário de uma dessas companhias. Sempre vai ter um amigo de um amigo que está com um problema, e que talvez tenha se perdido em um buraco negro burocrático e que precisa da ajuda de alguém de dentro da empresa para que o processo dele ande.

Geralmente, quando uma situação chega a esse patamar, resolver esse legado costuma ser mais trabalhoso e caro. Mas é algo que precisa ser feito ou a organização corre o risco de ser multada, não vender seus produtos e isso é um dano grave à marca. Mas existem maneiras de prevenir problemas, e não é só ao oferecer um bom produto ou atendimento. É através de uma boa prática de comunicação interna, que estimule algo que poucas companhias se arriscam a fazer: o diálogo.

Usando a "Síndrome do Médico" como parâmetro, quantas pessoas de todas as áreas da empresa foram abordadas por amigos de amigos sobre problemas com aquela companhia? Esse seria um primeiro sinal de que alguma coisa não estava funcionando como deveria. Se os funcionários não sentirem que há abertura da organização para ouvir críticas ou possíveis soluções, como eles poderão passar essas informações para seus superiores, se eles mesmos ficam presos no buraco negro burocrático?

E mais, como essas pessoas se sentirão seguras de indicar os serviços ou produtos dessa empresa se eles têm ouvido tantas críticas de pessoas tão próximas a eles? Simples. Eles não vão indicar nunca. É a reputação deles que está em jogo. E se quem trabalha na companhia não indica o produto ou serviço que ele produz ou oferece, quem deveria indicar? Contar apenas com a propaganda é inocência e, em tempos de redes sociais, é tapar o sol com a peneira.

Agora imagine uma empresa em que o diálogo seja estimulado entre os funcionários (que agora poderiam ser chamados de colaboradores) e que todo e qualquer aviso de problemas dos amigos dos amigos fosse tratado com a mesma importância, seja vindo do estagiário ou do CEO. Nessa mesma organização, uma pessoa do departamento pessoal sugere uma mudança na logística e é levada em consideração. O responsável pelo setor responde a sugestão, tenta entender mais detalhes, estuda sua viabilidade e o impacto antes de negar sem ao menos ler.

Esses são alguns exemplos do uso do diálogo e da colaboração na comunicação interna. São maneiras simples de mostrar que há uma cultura aberta à colaboração. Os benefícios são claros. As pessoas que trabalham nessa empresa se sentirão mais parte de todo o processo e terão mais confiança no produto e na organização. Isso gerará uma sensação de fazer parte de uma comunidade e fará com que as pessoas se sintam donas da empresa e divulguem os serviços com autoridade. Através dessa abertura para o diálogo e a colaboração, a sua marca só tem a ganhar. Tanto com o público interno quanto com o externo.

* Material do portal www.rh.com.br, disponível em: http://www.rh.com.br/Portal/Comunicacao/Artigo/6194/como-transformar
-funcionarios-em-colaboradores-da-marca.html

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

PARABÉNS MACEIÓ...

Macéio: lei aprovada exige diploma de jornalistas

A Câmara Municipal de Maceió (AL) aprovou lei de autoria da vereadora Tereza Nelma estabelecendo a obrigatoriedade dos poderes Executivo e Legislativo municipais de nomearem apenas profissionais formados em curso superior para cargos em comissão, assessorias ou prestação temporária de serviços para funções jornalísticas de difusão de informações através de qualquer mídia, observando o mesmo procedimento para as áreas de publicidade e relações públicas.

A lei aprovada também exige que os conteúdos das provas para contratação através de concurso público deverão exigir conteúdo de conhecimento baseado nos programas dos cursos de formação superior, para o preenchimento de cargos de jornalista, publicitário e relações públicas.
"A lei aprovada é perfeitamente constitucional, pois os cargos em comissão são de livre nomeação. E, por isso, a Câmara pode estabelecer a exigência de formação superior para que jornalistas, publicitários e relações públicas ocupem esses cargos na administração pública de Maceió. Agora só falta a sanção do Prefeito", afirmou a vereadora Tereza Nelma.
A lei de Tereza Nelma prevê que o poder Executivo Municipal faça a regulamentação legal no prazo máximo de 90 dias, enquanto a Mesa Diretora da Câmara Municipal de Maceió fará o mesmo definindo ainda os cargos efetivos, em comissão, assessorias e prestação de serviço temporário que exigem formação superior específica.

"Estamos corrigindo, pelo menos em parte, o desserviço social provocado pela decisão do Supremo Tribunal Federal de acabar com a exigência de diploma universitário específico para o exercício da profissão de jornalista. A formação superior elevou, e muito, a qualidade do direito constitucional que todos temos a uma informação de qualidade", conclui Tereza Nelma.
A iniciativa que deve ser seguida por outros legislativos do País evitará que a decisão do STF acabe estimulando o compadrio e a picaretagem indiscriminada, pelo menos no setor público municipal.

Fonte: Sindicatodos Jornalistas de Alagoas

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Curso Prático Assessoria de Imprensa

O curso será realizado nos dias 21 e 22 de outubro de 2009 no SEBRAE.

Será ministrado por Renata Pais, Jornalista, proprietária da Midia Nova Comunicação, empresa que faz assessoria para a Petrobras no estado de alagoas, do Shopping Iguatemi e que já teve em sua carteira grandes outras contas, como o Maceió Fest.

O curso apesar da curta duração, vai ser extremamente prático...vão ser três dias de aprendizado intenso sobre o dia a dia da assessoria, como oferecer os serviços, como medir o trabalho no mercado (retorno em dinheiro), clipping com valor de mercado, macetes de release para melhor aceitação. Vai ser uma ótima ferramenta para quem pretende atuar na área.

Investimento R$ 100,00 (1+1)
VAGAS LIMITADAS **

** Realização do curso e local irá depender do preenchimento da quantidade miníma de participantes.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Mensurar resultados em comunicação funciona?

Jorge Sauma


Há cerca de cinco anos, as maiores agências de comunicação do País apostaram na mensuração de resultados editoriais como forma de crescimento, de agregar serviços e, claro, de comprovar o desempenho com resultados expressivos para seus clientes. Um dos cases de sucesso é o da Companhia de Notícias (CDN), agência que atualmente carrega o status de maior empresa de comunicação do Brasil. Os novos serviços, incluindo a mensuração de resultados, são responsáveis por aproximadamente 50% da receita da agência. Alguns jornalistas dos grandes centros afirmam que, com isso, a agência oferece uma comunicação integrada de grande qualidade.

A Máquina da Notícia, que atualmente é composta por um grupo de empresas, é outro case de sucesso. A agência investiu milhares de reais no desenvolvimento do sistema que executa o serviço de análise editorial (mensuração de resultados), segundo informações do diretor editorial e de Análise de Mídia, Ednilson Machado, com quem tive a oportunidade de conversar durante uma reunião de assessores de imprensa da Petrobras, no Rio de Janeiro. Na ocasião, por quase uma hora, Ednilson mostrou como o trabalho de análise de mensuração é importante para avaliar o desempenho da empresa junto à opinião pública. Ele garantiu aos gerentes da companhia, que é cliente da Máquina, resultados positivos e convincentes.

Apesar do avanço nos investimentos na área, são raras as publicações em assessoria de imprensa que abordam ferramentas e mecanismos que avaliam o desempenho ou retorno de uma matéria jornalística na grande imprensa, por exemplo. Como avaliar, então, o impacto de uma matéria ou nota divulgada nos principais jornais da cidade? Com um olhar rápido – e óbvio –, pode-se dizer se tal inserção é positiva ou negativa. Nada mais do que isso. O mestre Wilson Bueno, pioneiro em auditoria de imagem, é um dos que compõem a pequena lista de estudiosos que publicam textos sobre o assunto. Bueno defende uma forma de avaliar a presença na mídia destacando pontos estratégicos, como o local de divulgação da página e o veículo de comunicação.

Entregar ao fim de cada mês apenas um relatório de atividades não é mais o suficiente para justificar para o cliente a importância de manter um contrato de assessoria de imprensa ou um departamento de comunicação em atividade. É preciso mostrar a relação custo-benefício (assessoria de imprensa x retorno) para que ele possa medir a ação como investimento. Talvez, assim, a comunicação passe a ser mais atrativa. Volto a referenciar Bueno. No artigo ‘Medindo o retorno do trabalho de assessoria de imprensa’, ele propõe a mensuração do cliente na imprensa, mesmo sendo esse serviço mais uma etapa da auditoria de imagem.

Quando falamos em mensuração de resultados em comunicação, a ideia é detectar como essa área interfere no resultado das demais. Isso vale tanto para o setor privado quanto para o público. Ter bons serviços e oferecer produtos de qualidade não são suficientes para garantir a confiança do consumidor. É preciso divulgar a marca, dizer o que se faz e o que se pretende fazer. Tudo isso interfere na imagem e na reputação de uma empresa. Aí entra o trabalho do jornalista e do relações públicas. São eles que ajudarão a construir essa imagem e, também, a mensurar esse processo por meio do clipping.

Contudo, o que se tem é o correto para cada agência, e não um correto universal. Para mim, a base da mensuração é o clipping. Sem ele, não se pode executar esse serviço com qualidade. Digo, até mesmo, que não deveria ser fechado contrato nenhum sem que o clipping estivesse incluso como serviço integrante. Afinal, para se ter a dimensão do trabalho da assessoria de imprensa, basta observar e avaliar o clipping. É o clipping que mostra como seu concorrente está agindo, como está sua imagem perante a opinião pública, entre outras percepções.

Alguns estudiosos propõem reverter o valor editorial em publicidade, e outros quantificam o número de inserções e seu posicionamento na imprensa, nos jornais de maior veiculação etc. Uma das formas mais comuns e tradicionais para medir resultados em comunicação é quantificar o material de imprensa produzido e veiculado. O antigo, mas eficaz, método de centímetros x colunas ainda é utilizado por muitas agências de comunicação na maioria dos relatórios entregues ao cliente. E funciona? Cada cliente tem um olhar diferente do significado da mensuração apresentada pelo assessor. Alguns dão a devida importância à comunicação. Outros acreditam que a comunicação é importante, pois, na era da globalização, toda e qualquer grande empresa que se preze possui, ao menos, um assessor de imprensa.

Segundo a relações públicas Gisele Lorenzeti, mais do que um novo valor agregado, as empresas que mensuram resultados são o reflexo, sobretudo, de uma evolução. Inicialmente, o desenvolvimento da atividade de comunicação corporativa teve seu foco na realização de ações isoladas, uma vez que englobava assessoria de imprensa, produção de jornais internos, organização de eventos e o atendimento ao presidente da empresa. Ela afirma que o que acontece hoje com a comunicação se caracteriza como uma reprodução das etapas de um caminho já trilhado pelas próprias corporações, que também mudaram seus focos de atuação – passando do produto ao mercado, até chegar aos resultados.

No entanto, a busca por indicadores de desempenho para a comunicação pede, acima de tudo, a quebra de paradigmas. O foco em resultados coloca em xeque a subjetividade – que permaneceu intocável, por muito tempo, como um referencial que contribuiu para criar o equivocado estigma da “intangibilidade” para a comunicação.

Como consequência, sinaliza também a necessidade de se estabelecer metas de comunicação que possam ser avaliadas de maneira integrada e abrangente, e não mais por métodos de avaliação específicos. Nas obras de comunicação empresarial, inclusive as que tratam do relacionamento com a imprensa, geralmente o tema é abordado de forma superficial, normalmente relatando as experiências de mercado, e não como uma metodologia de averiguação de retorno.

A exceção cabe a Bueno, que indica uma forma de mensurar a presença na mídia propondo um método guiado por questionamentos que inclui desde a maneira de relacionamento com a imprensa até a avaliação do resultado. Enfim, independentemente do método, a comunicação empresarial precisa ser vista como parte importante e integrante do negócio. A mensuração é o caminho para que isso ocorra.

Jorge Sauma Jr. é jornalista formado pela Universidade da Amazônia e, atualmente, desempenha a função de Supervisor de Contas da Gaby Comunicação, agência com sede em Belém (PA).

*Artigo do portal Nós da Comunicação disponível em: http://www.nosdacomunicacao.com.br/panorama_interna.asp?panorama=152&tipo=G