"Em comunicação não basta focar o destino é preciso observar a ponte" Carlos Parente (Obrigado! Van Gogh)

sábado, 28 de maio de 2011

As mídias sociais no dia a dia das empresas, na visão do Gartner Institute

Camila Leporace, de O Livreiro

As mídias sociais, com os novos paradigmas que representam e a indiscutível revolução atrelada ao seu significado, ainda são um mistério para muitas empresas. É um grande desafio entender a melhor maneira de aplicá-las ao dia a dia das organizações, trazendo resultados concretos e evitando erros tradicionais.

A analista do Gartner Institute Carol Rozwell, que faz parte da liderança do Gartner's Social Software and Collaboration Team, esteve no Rio de Janeiro na quinta-feira, 12 de maio, para ministrar a palestra 'How to Develop a Social Media Strategy'. O evento foi pontuado por dicas fundamentais para quem quer entender melhor a aplicação das mídias sociais nos negócios.

Carol falou aos presentes sobre o que chamou de os cinco P´s das mídias sociais: 'Purpose', 'Participants', 'Place', 'Process' e 'Performance'. Em português, 'Objetivo', 'Participantes', 'Local', 'Processo' e 'Desempenho'. Ao se pensar o 'Objetivo', vale levantar questões como: por que usar mídias sociais? O que se espera do uso delas? Como será aplicado o que for ganho com seu uso?

Por 'Participantes', entenda-se quem será o responsável pelo direcionamento da estratégia e quem usará as mídias sociais. O “Local” define onde se dará o engajamento: em sites institucionais? Em redes sociais? Comunidades? Publicações online? A partir da atuação de influenciadores-chave em vários locais? O processo relaciona-se à mensagem que se deseja passar, ao monitoramento das ações, à análise das respostas à ação desenvolvida, entre outros aspectos relacionados ao conteúdo da estratégia. A “Performance” ou o “Desempenho” seria a forma de medir o uso das mídias sociais. Como evoluir as iniciativas com base nas experiências que tivemos?

Não se pode, ainda segundo a especialista, deixar de refletir sobre algumas questões ao fazer uso das mídias sociais para um negócio. “Estamos preparados para sair do modelo centralizado para o colaborativo? Para deixar empregados trocarem ideias livremente – entre si, com colaboradores externos, diretamente com quem os lidera? Para lidar com a percepção, ainda persistente, de que as mídias sociais consomem tempo que deveria ser usado para ‘produzir’?”

Carol apresentou ainda o que definiu como os cinco erros mais críticos observados no desenvolvimento e na aplicação de estratégias de mídias sociais. O primeiro seria a incongruência entre a proposta realizada e as expectativas dos envolvidos, tanto da empresa responsável pelas ações como do público-alvo.

O segundo erro grave seria a desconexão entre os processos usados para as mídias sociais e os outros processos da empresa. Um terceiro seria a multiplicidade de esforços sem uma coordenação, um direcionamento (o que comumente chamamos de “atirar para todos os lados”). A analista chamou de “Monólogo” o que seria a pouca exploração do potencial das mídias sociais para o debate e a colaboração. E, por último, Rozwell apontou a falta de autenticidade: os projetos que não têm motivação, energia ou paixão. Isso impede que pessoas que representam organizações ajam com naturalidade, sendo elas mesmas e exercendo sua criatividade.

Para que exista uma percepção mais concreta do resultado da estratégia aplicada, é fundamental o monitoramento das ações. Carol destacou que, ainda que não se tenha a noção exata do retorno sobre o investimento realizado (ROI), é fundamental ter noção do valor agregado por tais iniciativas. Segundo a especialista, o uso das mídias sociais pode ajudar muitos setores de empresas, sejam os mais comumente associados a essas iniciativas ou aqueles que ainda não são diretamente relacionados a uma comunicação nesse formato – entre eles, call center, contratação de pessoas, marketing, vendas e desenvolvimento de produto.


Camila Leporace é Analista de Comunidade da rede social O Livreiro, voltada para quem gosta de ler.

*material do site Nós da Comunicação, disponível em: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=413&tipo=G

terça-feira, 24 de maio de 2011

Caso Brastemp: a reputação na era das redes sociais

Até que ponto uma empresa pode ter sua imagem arranhada por uma exposição negativa?

Por Geraldo Franca

A fabricante de eletrodoméstico Brastemp sentiu na pele o poder da internet. Um consumidor, cuja geladeira permanecia com defeito após sucessivas idas e vindas à assistência técnica da empresa, decidiu gravar um vídeo e publicá-lo no Youtube. Sua insatisfação logo se espalhou pelo Twitter e ganhou o apoio de centenas de compradores da marca. Rapidamente, a marca já aparecia como um dos tópicos mais comentados da rede.

Casos assim estão se tornando cada vez mais comuns. As redes sociais - que sempre existiram - foram potencializadas com a internet, fazendo com que uma situação de descaso com o consumidor chegue ao conhecimento de milhares de pessoas em questão de minutos.

Agora, até que ponto uma empresa pode ter sua imagem arranhada por este tipo de exposição negativa? A empresa corre riscos de perder clientes por conta disso? Seria exagero dizer que isso aconteceria de forma imediata, assim como seria leviano por parte das empresas acharem que apenas um trabalho para "apagar o incêndio" seria suficiente para evitar prejuízos.

Sabemos de inúmeras outras marcas que foram alvo de comentários negativos na internet. Fiat, Nestlé e GAP já passaram por "saias justas" e foram parar nos tópicos mais comentados das redes sociais, mas nem por isso tiveram prejuízos no curto prazo.

Entretanto, isso não significa que as marcas podem continuar atendendo mal seus clientes e pouco se importarem com sua reputação na web. As empresas, independente do ramo em que atuam, devem ter um programa estruturado de relacionamento com seus consumidores e parceiros (revendas e serviço autorizado), utilizando-se de ferramentas integradas capazes de resolver o problema de um consumidor no menor período de tempo possível - sem que ele seja jogado de um departamento para outro sem solução.

É preciso também manter presença nas principais redes sociais, colocando profissionais experientes (com conhecimento em marketing, jornalismo, relações públicas e internet) para cuidar do perfil da empresa e ser ágil nas respostas aos problemas apontados pelos consumidores. Mais do que isso, deve-se realizar constantes estudos e análises sobre o que se fala da marca na internet para identificar e apontar melhorias para a imagem da corporação.

Fazendo bom uso dessas ferramentas, a empresa estará colocando os consumidores no centro do processo, transformando-os em colaboradores na busca por melhorias contínuas em produtos e serviços. Além de valorizá-lo, evita-se que pequenas falhas tomem proporções gigantescas e prejudiciais para a marca.

Desta forma a empresa cria mecanismos, não para impedir que comentários existam - pois é impossível atender a todos os clientes de forma 100% satisfatória - mas para evitar ou pelo menos minimizar esse tipo de impacto negativo.

Vale destacar que o consumidor não precisa de empresas perfeitas, mas sim dispostas a ouvi-lo - independente do canal de comunicação que seja utilizado para resolver seus problemas com agilidade e respeito. Lembre-se que crise também significa oportunidade.


Geraldo Franca - é analista de marketing da dBrain, agência especializada em marketing de canais.

Contatos: geraldo@dbrain.com.br/ http://www.dbrain.com.br/



Disponível em:


http://www.administradores.com.br/informe-se/administracao-e-negocios/caso-brastemp-a-reputacao-na-era-das-redes-sociais/42502/

quinta-feira, 19 de maio de 2011

IMAGEM PROFISSIONAL: CUIDADO COM ELA

Diz o adágio popular: “uma imagem vale mais que mil palavras”, e quando observamos algumas imagens do nosso cotidiano, algumas realmente não necessitam de palavras para nos dar uma real dimensão dos fatos, as imagens muita das vezes falam por si só, então concluímos que o tal dito popular citado acima e verdadeiro. Logo concluímos imagem é tudo.

E se resolvêssemos aplicar o mesmo ditado popular à nossa imagem profissional. Será que ela valeria mais que mil palavras? Se analisarmos a nossa volta vamos perceber que o tempo todo as empresas, artistas, políticos, desportistas ou até mesmo as pessoas que nos circunvizinham estão de alguma maneira preocupados com a sua imagem, uns com maior poder econômico tem a facilidade de contratar profissionais para gerenciarem as suas imagens. Empresas gastam milhões ano após ano para proteger, solidificar e fundamentar a sua imagem bem como a sua marca e seus produtos. Logo se há uma preocupação tão intensa e um custo tão grande para zelar pela imagem, perguntamos imagem é tudo?


“Levasse vinte anos para se construir uma boa reputação e cinco minutos para arruíná-la”. O que estudiosos da área comportamental afirmam, ousamos a discordar, porque para arruinar uma reputação cinco minutos e muito tempo, precisa-se de muito menos que isto para ver algo construído por anos jogado na lata do lixo.


As pessoas vendem sua imagem profissional nos seus currículos, muito bem elaborados e cheios de qualidades expostas, e esta venda e solidificada ou destruída nos primeiros contatos nas entrevistas a que estes profissionais são submetidos. Porém quando este é contratado toda aquela imagem plantada e que fizera com que tal profissional fosse contratado é jogada fora por conta de atitudes contrarias no seu dia a dia no desenvolvimento de suas atividades, o que causa um desgaste na sua imagem profissional e uma vez que esta imagem sofre este desgaste os prejuízos são imensos.


Questionamos aqui: quanto vale a sua imagem profissional? Se pudéssemos contratar profissionais de marketing, personal style e outros tantos profissionais, quanto estaríamos dispostos a pagar para cuidar de nossa imagem? Nossa imagem profissional é o patrimônio mais precioso que possuímos. E uma vez que esta é descuidada pode-se não ter uma nova oportunidade de se recuperar.


Torna-se verdadeiro um outro provérbio de autor desconhecido que diz “a primeira impressão é a que fica”, portanto uma vez que causada uma crise na imagem profissional, talvez não se tenha mesmo uma segunda chance para repará-la. Os danos causados por uma má imagem muita das vezes são irreversíveis e os prejuízos são enormes.


O que pode causar uma crise na imagem de um profissional? São inúmeras as possibilidades: má conduta, boatos, relacionamento interpessoal ruim, desrespeito as autoridades da organização. Muitas outras atitudes poderiam ser citadas aqui, mais desviaria o foco, mas não é nossa intenção ficar aqui relatando o comportamento humano e sim o prejuízo que este gera de impacto tanto negativo quanto positivo em caso de comportamento diferente dos mencionados.


A crise de imagem e potencialmente mais devastadora do que as crises comuns, porque podem destruir o maior patrimônio de uma empresa, personalidade ou profissionais: a reputação. ROSA-2003 estamos vivendo a “era dos escândalos” onde nossa privacidade é invadida a cada momento por pessoas que estão munidas de aparatos tecnológicos que são despejados no mercado a todo o momento. Então devemos ter cuidado com o que fazemos ou falamos para que não tenhamos nossa imagem profissional maculada por atitudes que podem levar anos para serem apagadas, e acredite talvez não se consiga mesmo apagar.


É necessário um zelo com a imagem profissional, para que tal imagem continue sem maculas o que abrirá muitas portas e a base de tudo isto é pautar todas as decisões de uma maneira ética e voltada também para uma responsabilidade social, agindo com lealdade para com a instituição a qual está vinculada. Procurando pautar o que é vendido nos currículos com a pratica. Assim mantendo-se longe de situações que pode causar desgaste à sua imagem e trazer prejuízos irreparáveis para toda a vida.

Fonte: http://www.webartigos.com/articles/63585/1/IMAGEM-PROFISSIONAL-CUIDADO-COM-ELA/pagina1.html#ixzz1MrRbfP70



IMAGEM PROFISSIONAL: CUIDADO COM ELA publicado 12/04/2011 por weliton senna frança em http://www.webartigos.com

terça-feira, 17 de maio de 2011

Revista Comunicação 360°




Gente se tem uma fonte de pesquisa e de conhecimento que o profissional de comunicação tem que se orgulhar é a revista Comunicação 360º. Uma revista cheia de informações relevantes, temas atuais, editorial bem feito...enfim um luxo.

Apesar de ser independente(é publicada pela empresa Casa do Cliente e com distribuição gratuita)tem um cuidado conosco assinantes que muitas empresas das quais a gente paga $$$ não tem.

Para vocês ter uma idéia, já recebi uma revista com meu nome impresso na capa...

Se você não conhece e quer conhecer, entra no link aí embaixo, eles tem versões online ...vale muito a pena conferir.

Revista Comunicação 360°

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Além do Twitter, Orkut e Facebook: Conheça redes sociais diferenciadas

Izabela Vasconcelos


Febre no Brasil, Orkut, Twitter e Facebook já são redes conhecidas dos jornalistas. Mas ainda há muito a ser explorado nas mídias sociais, como redes para fãs de cinema, literatura ou línguas estrangeiras.

A rede Flixter, por exemplo, reúne perfis e comunidades de amantes do cinema, com discussões sobre filmes, atores e roteiros. A brasileira O Livreiro é o ponto de encontro para os internautas que adoram ler e compartilhar experiências sobre suas leituras. Já a LiveMocha é uma rede que integra interessados em aprender línguas estrangeiras. No site, há lições para 38 idiomas diferentes. Além de acompanhar as lições, os internautas podem fazer exercícios de áudio para que sua pronúncia seja avaliada por usuários nativos no idioma escolhido. Os internautas também podem falar entre si e melhorar a conversação. O serviço é gratuito.

Similar ao Orkut e Facebook, a LiveJournal se diferencia por oferecer uma plataforma de blogs pessoais e restritos para cada usuário. O internauta decide se seu blog poderá ser visto publicamente ou apenas pelos amigos. Além da LiveJournal, há redes para interessados em encontrar amigos de escola ou faculdade, como a Classmates.com, com acervo de livros e vídeos de turmas de alunos de diferentes instituições.

E você? Conhece ou participa de outras redes interessantes?







>Material do portal Comunique se disponível em:
http://www.comunique-se.com.br/index.asp?p=Conteudo/NewsShow.asp&p2=idnot%3D58511%26Editoria%3D8%26Op2%3D1%26Op3%3D0%26pid%3D107416785025%26fnt%3Dfntnl

domingo, 1 de maio de 2011

Curiosidades sobre Mídias Sociais


Algumas curiosidades sobre as redes sociais de maior crescimento dos últimos tempos:




FACEBOOK:
1. Os usuários do Facebook tem, em média, 130 amigos.
2. Mais de 25 milhões de conteúdos são gerados e compartilhados a cada mês.
3. Mais de 150 milhões de pessoas se envolvem com Facebook em sites externos a cada mês.
4. Existem mais de 100 milhões de usuários ativos atualmente acessando o Facebook através de seus dispositivos móveis.
5. As pessoas que acessam o Facebook via celular são duas vezes mais ativas que os usuários não-móveis.
6. As pessoas gastam mais de 500 bilhões de minutos por mês no Facebook.
7. Há mais de 1 milhão de empresários e colaboradores de 180 países no Facebook.









TWITTER:

1. A plataforma web do Twitter representa apenas um quarto de seus usuários – 75% utilizam aplicações de terceiros.
2. Existem mais de 50.000 aplicativos de terceiros para o Twitter.
3. Twitter recebe mais de 300 mil novos usuários a cada dia.
4. Existem atualmente 110 milhões de usuários dos serviços do Twitter.
5. Existem mais de 600 milhões de buscas no Twitter a cada dia.
6. Twitter começou como um serviço de SMS de texto simples.
7. Twitter doou o acesso a todos os seus tweets para a Biblioteca do Congresso, visando pesquisa e preservação.
8. Mais de um terço dos usuários do Twitter o acessam através do celular.






LINKED IN
1. LinkedIn é o mais velho dos quatro canais neste post, criado em 05 de maio de 2003.
2. Há mais de 70 milhões de usuários no mundo inteiro.
3. Os membros do LinkedIn vêm de mais de 200 países de todos os continentes.
4. LinkedIn está disponível em seis idiomas nativos – Inglês, Francês, Alemão, Italiano, Português e Espanhol.
5. 80% das empresas utilizam o LinkedIn como uma ferramenta de recrutamento.
6. Um novo membro se junta ao LinkedIn a cada segundo.
7. LinkedIn recebe quase 12 milhões de visitantes únicos por dia.










YOUTUBE
1. O primeiro vídeo subido foi chamado de “Me aT Zoo”, em 23 de abril de 2005.
2. Em junho de 2006, mais de 65 mil vídeos eram enviados todos os dias.
3. YouTube recebe mais de 2 bilhões de espectadores por dia.
4. A cada minuto, 24 horas de vídeo é subido no YouTube.
5. As contas dos EUA são 70% dos usuários do YouTube.
6. Mais da metade dos usuários do YouTube são menores de 20 anos.
7. Você precisaria viver por cerca de 1.000 anos para ver todos os vídeos no YouTube atualmente.
8. Vídeos de música representam 20% dos uploads.
40. YouTube usa a mesma quantidade de banda que a Internet inteira utilizou em 2000.