"Em comunicação não basta focar o destino é preciso observar a ponte" Carlos Parente (Obrigado! Van Gogh)

quinta-feira, 30 de julho de 2009

EU TENTO MAIS NÃO DAR PARA NÃO SE REVOLTAR!!!

Olha não é nada pessoal com ninguém, mas se quer ser jornalista, se gosta tanto da área, por que não vai estudar??? Passa num vestibular, se matricula numa universidade, o que tem de difícil nisso??? Por que "brigar" por algo que a priori não se tem direito. Desde que a educação superior foi instituída ficou muito claro como as coisas funcionariam, e depois de tantas lutas pelo reconhecimento da profissão e de tantos anos de profissão já reconhecida, vem essa "lei" que tenho certeza que não vai pegar. Tudo isso é um tremendo retrocesso.

Por que essa revolta???? Por conta dessa notícia ... do Portal Comunique-se

Danielly Cabraíba


Movimento que defende fim do diploma cria Associação Brasileira dos Jornalistas

Da Redação

O Movimento em Defesa dos Jornalistas Sem Diploma (MDJSD), criado em 2005, fundou no último domingo (26/07), em Brasília, a Associação Brasileira dos Jornalistas (ABJ), que pretende filiar jornalistas diplomados ou sem formação superior na área. A ABJ é presidida por Antônio Vieira, formado em administração de empresas, com especialização em matemática financeira, mas que trabalha como jornalista há 20 anos.

“Já tínhamos articulações pelo fim do diploma e com a decisão do STF decidimos institucionalizar a criação da ABJ, que será aberta a formados e não formados em jornalismo, porque sempre fomos discriminados pela Fenaj”, explica Vieira.

A associação terá representatividade em todo o território nacional, com 43 membros eleitos na Assembléia do último final de semana, além de Vieira na presidência da entidade.

Treinamento de profissionais de outras áreas
De acordo com o presidente da associação, o objetivo é a liberdade de expressão e a capacitação de profissionais de outras áreas interessados em jornalismo. “Uma das nossas ideias é criar um processo de treinamento e formação para pessoas de outras áreas de formação, com técnicas jornalísticas. A BBC de Londres faz isso, pensamos até em contatá-la para ver se é possível uma cooperação”, afirma.

Alex Bezerra, um dos vice-presidentes eleitos, faz uma forte crítica as faculdades de jornalismo, que na sua opinião limitavam a liberdade de expressão. “Agora os jornalistas terão amplo apoio na luta pela liberdade de imprensa e outros direitos dos quais estavam sendo negados pelo cartel das faculdades de esquina que lutaram com seus lobbys para que o diploma fosse obrigatório”, declara.

Além da formação da presidência da associação, a Assembléia aprovou sócios beneméritos e 300 associados, entre diplomados e não diplomados. Os interessados em informações sobre a nova associação devem enviar um e-mail para abj.net@gmail.com.

MOB Brasil

Esse negócio de MOB está pegando e vejo aí uma grande ferramenta de comunicação. A Globo que não é boba já vai colocar no ar um programa sobre o assunto no canal Multishow, o programa chamado MOB Brasil será comandado por Didi Wagner e irá mostrar as situações da vida urbana, e criar intervenções para despertar a atenção dos telespectadores.

De acordo com o site Na Telinha, o MOB-Brasil terá a participação de convidados da área de artes cênicas, plástica e gráfica, que irão ajudar a apresentadora a preparar as situações urbanas.
Na minha humilde opinião tem tudo para dar certo, essas intervenções vem ganhando o mundo a algum tempo sempre de maneira voluntária e espontânea. Como comunicadora acredito que numa campanha de comunicação tinha muito para dar certo.

Escrevendo aqui me lembrei que na aula da pós meu professor de Publicidade Hermann Fernandes nos mostrou um video da propaganda da VIVO que tinha sido gravado a partir de um MOB. Será??? Confira o making off do vídeo:

terça-feira, 28 de julho de 2009

PREOCUPAÇÃO???!!!????

Queda do diploma faz universidade cancelar turma de jornalismo

Izabela Vasconcelos, de São Paulo

A Universidade de Uberaba (Uniube) cancelou a turma do segundo semestre para o curso de Jornalismo por causa da baixa procura. De acordo com a direção, o fato tem relação direta com o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão, decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), no dia 17/06.

“É comum o segundo semestre ter uma procura menor, mas não há dúvidas que tivemos um número ainda menor por causa do fim do diploma”, afirma André Azevedo da Fonseca, diretor do curso de Comunicação Social da Uniube.

De acordo com Fonseca, a Universidade costuma formar turmas de jornalismo de no mínimo 25 pessoas para o segundo semestre, e de 30 para o primeiro semestre, mas este ano a procura foi de apenas 14 pessoas para o curso que iniciaria em agosto.

Fonseca explica que não houve evasão no curso acima da média da universidade. ”Logo que o STF tomou a decisão reunimos todos os estudantes de Jornalismo para conversar sobre o assunto. Eles se mostraram bem maduros e continuam valorizando a formação”.

Apesar de não haver evasão de alunos, o diretor do curso afirma que houve um número de vestibulandos preocupados. “Alguns interessados no curso chegaram a nos procurar, acompanhados pelos pais, para saber mais sobre a questão do diploma, se valia a pena fazer faculdade”, conta.

Fonseca informou que o curso de jornalismo da Uniube, que existe desde 1957, continuará existindo e que espera um número maior de interessados para o primeiro semestre de 2010.


* Material do portal Comunique-se. Disponível em: http://www.comunique-se.com.br/


Acredito que precisamos nesse momento mostrar que a classe é forte e não permitir que situações como essa vá adiante. Essa pode ser a primeira de muitas ações que virão a ocorrer como resultado dessa decisão (acho melhor não adjetivar).

Dani Cabraíba




quinta-feira, 23 de julho de 2009

Imagem e reputação em redes sociais na internet

Dando minha passada de lei no site Nós da Comunicação me deparei com um texto de Márcio Gonçalves em sua coluna sobre o twitter, a rede social do momento...achei interessante e publico aqui para vocês.

bjus

Dani Cabraíba

Imagem e reputação em redes sociais na internet

Será que você está encantado com tudo aquilo dito pelo perfil do Twitter que você segue? Quem é ele? Barack Obama? Oprah Winfrey? Pois é. Vai ver você está seguindo um “twitteiro” falso e nem sabia e, ainda mais, tudo que está lá sobre o que-ele-está-fazendo é mentira.

No domingo, 19 de julho, quando li a coluna do jornalista Artur Xexéo, na revista de ‘O Globo’, fiquei encantado com a excelente articulação com as palavras que ele tem. Vale um parêntese antes de continuar: para mim, Xexéo é um dos melhores colunistas de nosso país. Então, voltemos: lá, ele descrevia o dia a dia de uma “twitteira” muito louca. Essa pessoa que, outro parêntese, também admiro muito pela autenticidade que marca sua personalidade, era nada mais nada menos que Narcisa Tamborindeguy.

Se o que deu inspiração a Xexéo foi o que Narcisa contava de seu dia a dia pelo Twitter, aqui nos cabe pensar no que fora publicado pelo próprio colunista no dia 23 do mesmo mês em outra coluna no Segundo Caderno de ‘O Globo’, e no que o desencontro ou falta de informação por parte do jornalista pode causar na imagem e reputação da, diria, hoje ex-louca Narcisa Tamborindeguy.

Em diversos textos acadêmicos, há uma reflexão de como a exposição de si na internet tem modificado as relações entre pessoas no ambiente virtual. No que tange à comunicação empresarial, no capítulo imagem e reputação do indivíduo, fica uma pergunta: em muitos casos, ainda não é possível controlar a criação de perfis falsos em redes sociais na internet. O que acontece se a perversa criatura que se apossou do perfil publicar indesejáveis textos e mensagens que comprometam a imagem e reputação do verdadeiro dono do nome sem que você saiba que quem escreve não é a pessoa que você admira?

Como já afirmei, adoro Narcisa. Vejo vídeos dela no YouTube, me encanto com as gargalhadas dela e torço para que um dia ela me chame para uma das festinhas que costuma dar no Edifício Chopin. Na coluna de domingo, Xexéo publicou frases escritas pela suposta Narcisa no Twitter: “Bruno trouxe o DVD da Amy para assistirmos depois do jantar. Gente, ela é demais, né? Adoro gente desinibida que nem ela. Me identifico”. Outra: “Bom dia! Vou caminhar no calçadão de Ipanema e depois fazer umas comprinhas. Tô precisando de uma sandália”. E ainda tem essa, que é, ou era, a cara dela: “Adoro alucinógenos, mas meu terapeuta pediu para eu me controlar”. Mas, e agora? Essa é a Narcisa de hoje, que coloca tudo isso no Twitter para Deus e o mundo ler?

Eis que Xexéo, que parece adorar Narcisa assim como eu, se enganou. Poucos dias depois, em sua coluna no Segundo Caderno, o jornalista publica uma carta que recebeu da verdadeira Narcisa Tamborindeguy, na qual ela agradece pela lembrança de sua pessoa, mas avisa que o nome dela tem um “n” e que o tal perfil do Twitter é @Tamborideguy. A verdadeira mesmo, aquela que adoro e cujo sobrenome é de origem basca – Ai, que loucura! –, parece ter mudado e não faz em seu dia a dia tudo o que o perfil falso conta. Só para atualizar os leitores, agora, a verdadeira detesta alucinógenos. Ela diz: “(...) Estou tentando levar minha vida a sério e espero também ser levada a sério. Tenho duas filhas inteligentes, que amo, e gostaria de minimizar o desgaste emocional que essa minha exposição negativa causa a elas”. Já quase no fim, a verdadeira e original Narcisa Tamborindeguy diz que está finalizando um livro cujo título é ‘Ai, que absurdo!’.

Diante dessa confusão toda, precisamos pensar no seguinte: como tratar a imagem e reputação das pessoas nessas tais redes sociais na internet? Assim como aconteceu com Narcisa, vira e mexe aparece um engraçadinho querendo comprometer a reputação de outras celebridades. Cabe aos estudiosos e profissionais da comunicação empresarial ficarem atentos aos falsos perfis e saber como tratar o caso, talvez da mesma forma que a hoje sem alucinógenos e mais sóbria Tamborindeguy fez para desmentir o equívoco.

Em tempo, a Xexéo e a Narcisa, tudo de bom. Adoro vocês.

* texto disponível em http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna_col.asp?panorama=250&tipo=C

Em tempo 2, Márcio adoro o jeito que você escreve, tenho o seu livro e foi lá que descobrir esse seu jeito "facinho" de escrever.

Dani Cabraíba

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Novas Tecnologias

Em época de tanta tecnologia de armazenamento de dados, onde vamos parar??? Haverá "espaço" para se concentrar em algo e aprender de fato alguma coisa??? Se tudo está tão disponível a apenas um clique.

Para pensar!!!

Dani Cabraíba

terça-feira, 14 de julho de 2009

Branding por Rodrigo Cogo

Antes de "mais tudo" gostaria de dizer que nosso Blog hoje fica muito feliz em poder publicar material de Rodrigo, que tantos nos enriquece com suas informações no Portal Mundo RP. Nós RRPP e profissionais de comunicação agradecemos a sua disposição para manter nossa classe sempre bem informada.
abs,

Dani Cabraíba


Rodrigo Cogo, RRPP responsável pelo portal Mundo RRPP comenta o curso de Branding promovido pela ABERJE em 19 de Junho de 2009 em sua sede em São Paulo.



Branding é instrumento de gestão e base para tomada de decisões estratégicas



Branding é uma área transdisciplinar. Afinal, traz em si aspectos complementares que, na verdade, traduzem uma filosofia de gestão, que utiliza a marca como instrumento para tomadas de decisões estratégicas. Compreende, em resumo, a administração de todas as formas de expressão de uma marca que maximizem sua percepção de valor. Por isto, envolve a liderança das organizações e todas as áreas internas – marketing, finanças, recursos humanos, tecnologia, jurídico, logística e comunicação. Esta é a base conceitual do curso de Branding, organizado pela Associação Brasileira de Comunicação Empresarial/ABERJE no dia 19 de junho de 2009 em sua sede em São Paulo/SP. O treinamento, desenvolvido pelo consultor Ricardo Rodrigues, reuniu mais de 20 profissionais de cinco estados diferentes.

A área trabalha com a marca, que congrega um conjunto formado por nome, cor, símbolo e tipologia identificadores de um produto ou empresa para diferenciação em relação a competidores. Mas não para por aí: abrange também o relacionamento com os públicos estratégicos, a partir de suas promessas e experiências. Rodrigues aponta que marca é uma soma de atributos tangíveis e intangíveis que fazem uma empresa ser única e, se corretamente administrados, geram valor. “É falar de caráter e valores, além da sinalização visual. É falar das relações humanas”, complementa. Todo público, ao se relacionar com uma marca, toma contato com suas ofertas e dá início a uma vivência, que precisa ser gerenciada.

Há autores que postulam que a marca só existe e faz sentido na percepção dos públicos, não estando no domínio da organização detentora. Naturalmente que parte desta expressão decorre de decisões internas, em termos de nome, assinatura, cor, símbolo, tipologia, elementos gráficos, assim como a proposição de relacionamentos, todavia, segundo o consultor, “branding é uma questão sensorial, que muda o tempo todo”. Daí a importância da arquitetura de marca, como uma definição estratégica do relacionamento e hierarquia entre as marcas de uma empresa para maximizar o valor do portfólio e de cada marca. “As empresas são muito mais que agentes econômicos, porque fazem parte ativa do tecido social”, aponta.

Como se está vivendo num ambiente em que a assimilação da comunicação é muito difícil, a marca precisa mostrar muita clareza de valores, objetivos, políticas e práticas para poder garantir uma legibilidade que facilite a compreensão e a adesão. A marca atua como diferenciadora num cenário caótico, saturado, competitivo e globalizado. Comunicando-se com coerência, consistência e simultaneidade com diversos públicos, “a estratégia da marca serve para demonstrar a integridade da empresa”, diz ele, completando que “branding tem relação com responsabilidade social”. A estratégia de marca é um eixo centralizador, uma espinha dorsal que norteia todas as formas de expressão, alinhando-as num mesmo discurso. O DNA é composto por visão, missão, valores, personalidade, posicionamento e benefícios, sendo uma interseção entre vocação da empresa, públicos estratégicos e insights do mercado. É esta definição que propõe uma transcendência dos produtos para inserir-se como uma cultura, um sentido de vida com relações emocionais duradouras.

Rodrigues assinala que entre as vantagens de uma marca forte estão a identificação imediata da origem do produto, a redução do trabalho de procura, a simbolização de uma promessa ou pacto, a oferta de um sinal de qualidade e a redução de riscos. Por isto é que se determina atualmente o “brand equity”, como a diferença dos resultados mercadológicos com a marca e os resultados sem a marca, significando então o valor adicionado gerado por ela. Existem vários níveis de relacionamento com uma marca. O primeiro está relacionado a atributos de produtos e serviços, o segundo diz respeito a benefícios emocionais e funcionais proporcionados, e a terceira fase é relativa a crenças e valores. Quanto mais alto o estágio nesta escala, há maior significado, sendo mais difícil de ser imitado e portanto mais difícil de se realizar. Para ele, “é uma mudança de paradigma do que era comunicação de marketing. Com o adendo: o RH e a comunicação interna tornam-se fundamentais. É uma grande investigação do comportamento humano”, situa.

O planejamento estratégico de Branding envolve um diagnóstico, com levantamento de informações sobre a percepção da marca da empresa e de seus concorrentes principais, mapeamento de públicos estratégicos, estudo do modelo de negócios, análise setorial e outros métodos. Depois, há a definição do “código genético da marca” por meio de pesquisas qualitativas para determinar seu DNA, com alinhamento do público interno engajado nos objetivos. Faz-se a definição da identidade, como estrutura visual e arquitetura de marca, a comunicação com mapeamento e avaliação dos pontos de contato, gestão por auditoria de marca e avaliação financeira da marca e ROI. Conforme Rodrigues, é importante conhecer profundamente os públicos para garantir que o posicionamento seja reconhecido e exercitado, onde a comunicação integrada tem papel preponderante ao lado do espírito de cooperação entre os setores.

Participaram profissionais de empresas como Petrobras, Votorantim, Grupo SBF, Ideafix Estudos Institucionais, Coface, Cyrela Brazil Realty e Usina Barra Grande, e de órgãos como SABESP, Banco do Brasil, Câmara de Comercialização de Energia Elétrica e Caixa Econômica Federal. O Núcleo de Linguagem Audiovisual da ABERJE gravou depoimentos do instrutor Ricardo Rodrigues e de alguns participantes sobre a temática, que podem ser vistos direto no YouTube pelo link http://www.youtube.com/watch?gl=BR&v=JoGWDB2Gwn0. O conteúdo integral do vídeo tem 3min33s, com direção e coordenação de Paulo Nassar e câmera e edição de Emiliana Pomarico Ribeiro.

RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Um pouco de distração...

Antes queria agradecer imensamente ao Rodrigo Cogo do Portal Mundo RP que me mandou um e-mail super atencioso e ainda topou dividir com a gente, aqui no meu humilde blog seus textos e materiais. Muito obrigada mesmo!!!!

Recebi um e-mail bem divertido que brinca com a linha editorial de alguns canais de comunicação, acho que vale a pena lê.

bjuss

Dani Cabraíba


Dez maneiras diferentes de contar a história de Chapeuzinho Vermelho

JORNAL NACIONAL (William Bonner): "Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por lobo na noite de ontem...". (Fátima Bernardes): "... mas a atuação de um caçador evitou uma tragédia."

PROGRAMA DA HEBE (Hebe Camargo): `... que gracinha gente. Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo ?´

BRASIL URGENTE (Datena): `... onde é que a gente vai parar? Cadê as autoridades ? Cadê as autoridades ?! A menina ia para a casa da vovozinha a pé ! Não tem transporte público ! Não tem transporte público ! E foi devorada viva... Um lobo, um lobo safado. Põe na tela !! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não.´

REVISTA VEJA Lula sabia das intenções do lobo.

REVISTA CLÁUDIA Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.

REVISTA NOVA Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama.

FOLHA DE S. PAULO Legenda da foto: `Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seu salvador´. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos dos lobos e um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salva pelo lenhador.

O ESTADO DE S. PAULO Lobo que devorou Chapeuzinho seria filiado ao PT.

O GLOBO Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT que matou um lobo prasalvar menor de idade carente.

JORNAL MEIA HORA Chapeuzinho escapa do créu de lobo taradão da zona oeste pelo machadão de lenhador.

ZERO HORA Avó de Chapeuzinho nasceu no RS.

AGORA Sangue e tragédia na casa da vovó

REVISTA CARAS (Ensaio fotográfico com Chapeuzinho na semana seguinte, na ilha de Caras)>> Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: `Até ser devorada, eu não dava valor para muitas coisas da vida. Hoje sou outra pessoa´

PLAYBOY (Ensaio fotográfico no mês seguinte) - Veja o que só o lobo viu.

REVISTA ISTO É Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.

G MAGAZINE (Ensaio fotográfico com lenhador) - Lenhador mostra o machado

SUPER INTERESSANTE Lobo mau ! Mito ou verdade ?

*autor desconhecido

quarta-feira, 8 de julho de 2009

Margarida Kunsch lança novas obras em RP

A Editora Saraiva acaba de lançar três novas obras organizadas por Margarida M. Krohling Kunsch: Relações públicas: história, teorias e estratégias nas organizações contemporâneas., Comunicação organizacional – Vol. 1: Histórico, fundamentos e processos, e Comunicação organizacional – Vol. 2: Linguagem, gestão e perspectivas. Elas se destinam a pesquisadores, professores, profissionais e estudantes de comunicação administração e áreas correlatas. Integrando um projeto único, constituem-se em verdadeiros handbooks brasileiros das relações públicas e da comunicação organizacional.

Além disso, contam com material de apoio para professores e alunos, disponibilizado no site www.saraivauni.com.br. As três obras resultam de um projeto de pesquisa que a autora desenvolveu de 2004 a 2007 no Departamento de Relações Públicas, Propaganda e Turismo da ECA-USP, com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento científico e Tecnológico (CNPq). No conjunto das atividades, uma foi produzir duas obras coletivas cujos textos fossem capazes de expressar o pensamento brasileiro da produção científica em comunicação organizacional e em relações públicas.Entende a autora que, para construir um corpus teórico de uma área, além do registro e de revisões do seu “estado da arte”, é necessário democratizar as pesquisas acadêmicas desenvolvidas e o conhecimento acumulado, que nem sempre estão disponíveis para toda a sociedade.

Daí a ideia de produzir publicações que congregassem autores de universidades do país que vêm trabalhando a temática dos dois campos em questão. Muitos deles já têm livros publicados sobre a temática específica de suas linhas de pesquisa e, nas três obras ora disponibilizadas, apresentam novas contribuições sobre suas percepções teóricas e práticas acerca desses campos.
A maioria dos trabalhos resulta de estudos por eles realizados em nível de pós-graduação e de outros trabalhos desenvolvidos em núcleos de pesquisa de entidades das duas áreas e das ciências da comunicação. As três coletâneas envolveram um total de 55 autores em sua produção: 19 na de Relações públicas; e 36 na de Comunicação organizacional – 20 no primeiro volume e 16 no segundo. Relações públicas: história, teorias e estratégias nas organizações contemporâneas - Em relações públicas se insiste cada vez mais no engajamento dos pesquisadores na construção de teorias que considerem as peculiaridades da realidade brasileira. E, se no campo profissional, até há pouco, a atividade se resumia à aplicação de técnicas em ações pontuais, hoje ela deve investir-se de um caráter eminentemente estratégico para as organizações. A obra, com cinco partes e 20 capítulos, distribuídos em 510 páginas, sinaliza que as relações públicas entram no segundo milênio como campo acadêmico já bastante solidificado e área profissional de múltiplas perspectivas. Ela representa mais um passo na formação de uma teoria brasileira de relações públicas, além de ser um valioso subsídio para o ensino de comunicação e de administração, assim como para a prática nas organizações.

Comunicação organizacional Vol. 1- Histórico, fundamentos e processos - A nova coletânea de comunicação organizacional procurou reunir a essência do pensamento comunicacional brasileiro sobre a área. Ela foi desdobrada em dois volumes, que se complementam. O primeiro, dividido em quatro partes e 17 capítulos, num total de 388 páginas, retrata o quanto já avançamos na produção acadêmico-científica. Os textos partem de um resgate da evolução da área no País, passam por seus fundamentos teóricos e aplicados e vão até os impactos exercidos sobre ela pelas novas tecnologias da informação. A obra representa uma significativa contribuição para o ensino dos fundamentos e processos da comunicação organizacional, além de um valioso subsídio para a fundamentação das práticas de comunicação nas organizações.

Comunicação organizacional Vol. II - Linguagem, gestão e perspectivas - Este segundo volume, com duas partes, 14 capítulos e um total de 360 páginas, complementa substancialmente o primeiro. Ele aborda temas correlacionados com a linguagem, a identidade e a gestão das mudanças culturais das organizações. O número de pesquisas sobre a gestão dos processos comunicacionais no ambiente e na cultura organizacional chama atenção na obra. E, embora ainda possam ser considerados emergentes no contexto dos estudos brasileiros de comunicação organizacional, os temas de linguagem, discurso e retórica mereceram destaque.

A coletânea Comunicação organizacional, com seus dois volumes, constitui, assim, uma obra bastante abrangente, registrando o que há de mais consistente em termos de pesquisa brasileira nessa área.

Autora - Margarida M. Krohling Kunsch é professora titular da USP, tem livre-docência, doutorado e mestrado em Ciências da Comunicação pela ECA-USP. É presidente da Comissão de Pós-Graduação da ECA-USP, coordena o Curso de Pós-Graduação Lato Sensu de Gestão Estratégica em Comunicação Organizacional e Relações Públicas da ECA-USP e preside, desde 2006, a Associação Brasileira dos Pesquisadores de Comunicação Organizacional e de Relações Públicas/ABRAPCORP. Exerce ainda as funções de diretora de Relações Internacionais da Federação Brasileira de Associações Científicas e Acadêmicas de Comunicação/Socicom. Foi por duas vezes presidente da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação/INTERCOM e da Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación/ALAIC

Material tirado do boletim de RP em Ação nº 193/09 Ano XIII

terça-feira, 7 de julho de 2009

Quem tem medo da web 2.0?



Os especialistas afirmam que em tempos de web e consumidor 2.0, o melhor caminho para as empresas é transformar a opinião do cliente em oportunidade de relacionamento. "A web 2.0 abre um novo canal de comunicação entre consumidor e empresa, e quem souber aproveitar isso sai ganhando", explica o advogado especialista em direito do consumidor Vinícius Zwarg. O presidente da Abrarec (Associação Brasileira das Relações Empresa Cliente), Roberto Meir, vai ainda mais longe: "Só fará diferença quem tiver a coragem de interagir com seu público por meio de blogs, fotoblogs, vídeos e conversas em tempo real. Agir com transparência e sem medo do consumidor é a palavra de ordem neste novo cenário".

Para isso, o mundo corporativo precisa vencer algumas barreiras, afirma Alessandro Barbosa Lima, diretor da E.Life, consultoria de mercado web 2.0. "Muitas empresas ainda bloqueiam as redes sociais para profissionais de marketing e comunicação, que poderiam utilizar estas informações em planos de vendas e relacionamento", explica. Outra barreira é o medo de se expor e ser apedrejado por consumidores em um ambiente onde não se tem nenhum domínio ou controle. "Hoje, todas as empresas correm este risco. Ganham aquelas que conseguirem estabelecer um diálogo com seus clientes", finaliza Lima. Opinião compartilhada por Coutinho, do Ibope: "Criar uma postura colaborativa é estratégico para conquistar os consumidores". O mercado brasileiro ainda encontra poucos exemplos de empresas que assumem a web e seus usuários como parte desta nova realidade.

A construtora Tecnisa, pioneira na área de relacionamento com o cliente, que vendeu recentemente um apartamento pelo Twitter; a Nestlé, Natura e o Boticário, com seu trabalho ativo de contato, são algumas corporações que mostram que seguir este caminho pode ser uma boa estratégia de negócios. "As regras mudaram e estão sendo ditadas por este novo consumidor.

Quem não perceber esta revolução na forma de se fazer negócio não irá sobreviver", alerta Meier, citando o uso da opinião dos eleitores na internet na campanha vitoriosa de Barack Obama para a presidência dos Estados Unidos. Neste novo cenário, quem estiver atento, leva. Em três anos de monitoramento na web, o Boticário já colheu frutos de suas ações com comentários frequentes sobre sua atuação positiva na rede, como a que fez a publicitária Paula. Mesmo sem conseguir comprar o produto que sua mãe queria ­ uma maquiagem com edição limitada que já estava fora do mercado ­, ela elogiou o atendimento recebido: "O Boticário acabou de ganhar uma consumidora! Reclamei da falta do estojo via twitter e eles me responderam por e-mail! Parabéns, Boticário". Críticas - Saber lidar com a insatisfação do cliente é o maior desafio das empresas na era da informação compartilhada. Mas se a maioria das empresas ainda se encontra na defensiva quando o assunto é reclamação dos consumidores, muitas já trilharam o caminho das pedras e começam a ver retorno de suas ações, tanto na sua imagem quanto nos lucros gerados.

É o caso da administradora de consórcios Embracon. Há 21 anos no mercado, a empresa se incomodava com as repercussões negativas de seus serviços na web, informações das quais não tinha controle. Por isso, em 2007, a Embracon decidiu criar um novo plano de relacionamento com o cliente, baseado no monitoramento do que se falava sobre a empresa e no atendimento proativo aos consorciados. Na nova estratégia, o suporte ao cliente passou a ser categorizado por cores e quando o atendente indicava luz vermelha ­ consumidor insatisfeito ­ a equipe interna se incumbía de ligar para o consorciado para tentar reverter a situação. "As reclamações que antes eram respondidas pelo departamento jurídico passaram a ser tratadas pela ouvidoria, que tem profissionais capacitados a atender o cliente antes que a insatisfação vá parar na internet", explica a gestora de relacionamento da empresa Gisele Paula.

A estratégia deu resultados imediatos. Além de não figurar mais na lista mensal divulgada pelo Banco Central de consórcios reclamados, a empresa passou a aferir números positivos sobre sua imagem. Em uma pesquisa sobre a satisfação dos clientes feita pela QuorumBrasil, apenas 1% dos clientes da Embracon estavam insatisfeitos com a empresa, enquanto a média geral de mercado é de 5%. No quesito mais satisfeitos, aqueles que indicariam o consórcio para amigos e parentes, a Embracon teve uma média de 53% de seus clientes, contra uma média geral de 25%. Neste ano, a empresa também ganhou o prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, na categoria Serviços Financeiros. "Esse foi o resultado de um trabalho que colocou a satisfação do cliente na linha de frente do negócio", comemora Gisele. (Texto de Alice Sosnowski publicado noDiário do Comércio).

*material do portal Mundo RP. http://www.mundorp.com.br/
bjus
Danielly Cabraíba

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Diploma: análise da ABI aponta erros do STF

Em artigo publicado no Jornal do Brasil ontem, 29 de junho, o presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), Maurício Azêdo, sustentou que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) cometeram vários erros ao justificar a derrubada da exigência de diploma de curso de Comunicação Social ou Jornalismo para o exercício da profissão. Um desses erros foi o de atribuir ao Decreto-Lei nº 972/69, de outubro desse ano, o objetivo de submeter os meios de comunicação à censura, a qual foi instituída formalmente três meses depois, em janeiro de 1970, pelo Decreto-Lei nº 1.077.

No texto, publicado na página A16 sob o título Incriminação do diploma não se sustenta, diz o presidente da ABI que o relator do processo, Ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, “foi infeliz e revelou extremado mau gosto ao comparar o desempenho do jornalista com o do cozinheiro, mesmo o grande mestre no ofício de conceber e preparar acepipes e quitutes”. Diz o articulista que “demonstrou o Ministro que não entende nem de jornalismo nem de arte culinária; se entendesse, não faria as comparações inadequadas que fez”.

Com um intertítulo dado pela Redação do JB (Erro do STF na decisão instaura a incompreensível lei da selva trabalhista), o artigo integrou a série Sociedade Aberta, em que o jornal acolhe opiniões de diferentes pessoas. Seu texto é reproduzido a seguir.

O julgamento pelo Supremo Tribunal Federal da questão da obrigatoriedade de exigência do diploma de conclusão do curso de Comunicação Social ou de Jornalismo para o exercício da profissão de jornalista deixou claro que os membros da chamada Suprema Corte não tinham nem têm familiaridade com o tema tratado.

Na justificação dos votos pela derrubada da disposição pertinente do Decreto-lei nº 972/69, os ministros confundiram alhos com bugalhos e revelaram um subjetivismo que não encontra guarida nos fatos históricos e em sua cronologia. Para incriminar a exigência do diploma e justificar sua supressão, vimos ministros a dizer que o Decreto-lei nº 969/72 foi editado com o objetivo de sufocar a imprensa, submetendo-a a censura. Há grave erro aí: a censuraa foi formalmente instituída pelo Decreto-lei nº 1.077, de 26 de janeiro de 1970, mais de três meses após a edição do Decreto nº 972, assinado em 17 de outubro de 1969 e publicado no dia 21 seguinte. Lembre-se, aliás, que era dispensável a formalização do poder de censurar veículos de comunicação, sabido que, com honrosas exceções, como o JB, O Estado de S. Paulo, o Jornal da Tarde e a Tribuna da Imprensa, jornais e emissoras de televisão praticavam a autocensura e faziam o jogo da ditadura militar.

Improcede a afirmação do digno Ministro Ricardo Lewandovski de que o Decreto nº 972/69 tinha como “escopo, inequivocamente, controlar as informações veiculadas pelos meios de comunicação, em especial pelos jornais, afastando das redações intelectuais e políticos que faziam oposição ao governo de então”. Na verdade esses intelectuais – um Otto Maria Carpeaux, um Antônio Callado, um Octávio Malta – já tinham sido afastados das redações não por esse decreto, mas pelo esmagamento político e comercial que o regime militar impôs a veículos como Última Hora, levada à descaracterização, e o Correio da Manhã, perseguido e subjugado até falir.

Carece igualmente de fundamento a invocação do Pacto de São José da Costa Rica, validado no País pelo Decreto 678/92, de que a disposição agora derrubada conflitasse com o artigo 13.3 dessa convenção, como alegado pelo mesmo Ministro Lewandovski, que transcreveu o texto de tal disposição, assim redigida: “Não se pode restringir o direito de expressão por vias ou meios indiretos, tais como abuso de controles oficiais ou particulares de papel de imprensa, de frequências radioelétricas ou de equipamentos e aparelhos usados na difusão da informação, nem por quaisquer outros meios destinados a obstar a comunicação e a circulação de idéias e opiniões”. Mesmo um advogado recém-formado saberia que falta tipicidade entre o que dispõe o Decreto nº 972 e o texto reproduzido pelo Ministro.

Numa instituição que reúne algumas das maiores sumidades do País em todos os ramos do Direito, como é o Supremo Tribunal Federal, é incompreensível que tenham sido cometidos erros fáticos dessa natureza, para justificar uma decisão desprovida de fundamento jurídico, e sim ditada pelo propósito politico de atender à postulação do Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão do Estado de São Paulo, o grande interessado em instituir a lei da selva, uma terra de ninguém nas relações trabalhistas, afinal criada pela decisão do Supremo, ao homologar e legitimar práticas restritivas dos direitos dos jornalistas já adotadas por muitas das empresas filiadas a essa entidade.

Mais grave do que essas alegações despropositadas foi o conjunto de argumentos expostos pelo relator, Ministro Gilmar Mendes, Presidente do Supremo Tribunal Federal, que foi infeliz e revelou extremado mau gosto e escassa criatividade ao comparar o desempenho do jornalista com o do cozinheiro, mesmo o grande mestre no ofício de conceber e preparar acepipes e quitutes. Demonstrou o Ministro que não entende nem de jornalismo nem de arte culinária; se entendesse, não faria as comparações inadequadas que fez.

Ao contrário do que sustentaram ministros que acompanharam o relator (Cármen Lúcia, Carlos Ayres Britto, Cezar Peluso, Celso de Mello), a profissão de jornalista não pode ser exercida por pessoas que tenham apenas o curso fundamental completo ou incompleto, para as quais a decisão do Supremo escancarou com largueza as portas de acesso à profissão, ou mesmo por aquelas que, como os ministros do chamado Pretório Excelso, tenham formação de nível universitário em outras especializações da vida social.”

Maurício Azêdo, presidente da Associação Brasileira de Imprensa (ABI)

*Material disponível no link

http://www.ojornalista.com.br/news1.asp?codi=2786

CONTINUAMOS NA LUTA!!!

Dani Cabraíba

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Senadores já assinaram PEC que prevê volta do diploma

O senador Antônio Carlos Valadares (PSB-SE) já conseguiu coletar 40 assinaturas de apoio à apresentação de uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que exige diploma de curso superior de Comunicação Social para o exercício da profissão de jornalista. Para a apresentação da PEC são necessárias 27 assinaturas.

Segundo a proposta, o exercício da profissão de jornalista será privativo de portador de diploma de curso superior de Comunicação Social, com habilitação em jornalismo, expedido por curso reconhecido pelo Ministério da Educação. Além disso, acrescenta um parágrafo único, que torna facultativa a exigência do diploma para colaboradores.

Consultado pela Agência Brasil, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Maurício Corrêa afirmou “ser possível tornar obrigatória a exigência do diploma por meio de emenda constitucional”. Mas Corrêa chamou a atenção para o risco de a iniciativa ser interpretada como repreensão à decisão do STF, na semana passada, que dispensou o diploma para o exercício profissional de jornalista.

O senador Valadares solicitará também que o Senado realize audiências públicas na Comissão de Constituição, Justiça e de Cidadania (CCJ), com representantes de associações e federações de jornalistas e da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além de estudantes e jornalistas. Segundo ele, o objetivo dessas audiências será o de aperfeiçoar o texto da PEC.

Fonte: Agência Brasil


* Material do site disponível em:

http://www.ojornalista.com.br/news1.asp?codi=2785