"Em comunicação não basta focar o destino é preciso observar a ponte" Carlos Parente (Obrigado! Van Gogh)

quinta-feira, 31 de março de 2011

Marketing de Relacionamento 3

MARKETING DE RELAÇÕES:TUDO COMEÇA COM O CONSUMIDOR
O que realmente importa para uma empresa é como os possíveis clien-tes e os que já existentes vêem-na em relação às concorrentes. A liderança no mercado pode chamar a atenção de um consumidor e ser um fator importante a ser considerado por ele mas, hoje, existe mais de um único líder em praticamente todos os segmentos do mercado, por isso não basta ser líder. Com a fragmentação dos mercados, um número maior de participantes pode alcançar uma posição reconhecida, mesmo sem os recursos elevados. Vale ressaltar que uma posição de destaque pode ser obtida até mesmo em um mercado abarrotado. "Conquistar posições singulares no mercado", esta capacidade é uma força poderosa em marketing. No coração de toda boa estratégia de marketing está uma boa estratégia de posicionamento. Posicionamento é o que você faz com seus clientes para definir sua posição no setor.


E, em um mundo onde os consumidores têm tantas opções, eles podem ser instáveis. O marketing mo-derno é uma batalha pela fidelidade do cliente onde o posicionamento é vital ao sucesso. Como uma empresa pode estabelecer uma posição sólida nos mercados atuais, em rápida transformação? Precisam do que chamamos de posicionamento dinâmico. Atualmente a teoria de posicionamento é centrada na empresa, não no consumidor e na maioria dos casos, o posicionamento adotado é o estático. As empresas que atuam em mercados estáticos costumam se diferenci-ar simplesmente não sendo as maiores, mas oferecendo o melhor serviço. No novo ambiente da década de 90 o posicionamento centra-se no cli-ente.


Uma empresa que ocupe a posição número um hoje, não tem garantia alguma de ser a número um amanhã. O conhecimento da marca pelo merca-do não é mais suficiente para levar uma empresa ao sucesso. As atitudes, não as palavras, fazem as coisas acontecer. Uma prova disso é que todos nós co-nhecemos muitos produtos e serviços que jamais pensaríamos em comprar. Para sobreviver em mercados dinâmicos, as empresas precisam esta-belecer estratégias que sobrevivam às mudanças turbulentas no mercado. Elas precisam conhecer a estrutura do mercado. Por isso, precisam desenvolver relações com fornecedores e distribuidores, investidores, clientes e outras pes-soas e empresas importantes do mercado. Clientes e fornecedores influenciam as mudanças dos produtos e serviços através da participação nessas relações. As mudanças no ambiente de mercado podem alterar rapidamente preços e tecnologias, mas boas relações podem durar a vida toda.


O posicionamento dinâmico é um processo multidimensional: posicio-namento do produto, posicionamento no mercado e posicionamento da empre-sa. Essas três etapas interagem umas com as outras de formas sutis, porém importantes. Posicionamento do Produto - a empresa tem que determinar como deseja colocar seu produto no mercado competitivo, os fatores intangíveis são a chave para a construção de relações com os consumidores e a conquista de um posicionamento sólido do produto. Posicionamento no Mercado - o produto tem que ganhar o reconhecimento do mercado. Tem que ganhar credibilidade junto ao consumidores. O mercado tem que encarar o produto como um vencedor. Posicionamento da empresa - quando os produtos são rentáveis, muitos de seus erros são desculpados, se não esquecidos. Mas quando os lucros caem, sua posição se obscurece.


Se uma empresa se descobrir em tal situação, terá que começar novamente do estágio do posicionamento do produto e recons-truir sua posição no mercado. O posicionamento dinâmico traça uma linha em comum em todas as partes da empresa, conectando-as, em seguida, ao mercado. Imagem da empresa - Os empregados gostam de trabalhar para uma empre-sa com a qual possam se identificar enquanto o pessoal do mercado financeiro gosta da empresa que tenha uma visão nítida de seu papel no mercado. Planejamento do produto - É melhor realizado em diálogo com o cliente e com uma compreensão total do ambiente competitivo. Marketing - É basicamente o desenvolvimento de relações. Saúde financeira - Uma empresa bem posicionada pode levantar novos recur-sos com maior facilidade.


O conhecimento de um vendedor sobre seus produtos e sua adaptação aos ambientes muitas vezes voláteis de seus clientes pode ser a linha divisória entre o sucesso e o fracasso das empresas. O vendedor como "persuasor" ou "mais próximo" dos pedidos será varri-do do mapa. O vendedor transmitirá informações, educação, treinamento, de-sign detalhado e informações confiáveis. Será o elo entre o projeto do produto, a fábrica e o cliente.


POSICIONAMENTO DO PRODUTO


Com os milhares de novos produtos que surgem a cada dia e a intensificação da concorrência, o posicionamento do produto fica cada vez mais difícil. Para conquistar uma posição forte no mercado uma empresa precisa diferenciar seu produto de todos os demais existentes no mercado. Se faz ne-cessária a cooperação entre os setores de projeto, produção e marketing. Deve-se ter a consciência de que o produto e o mercado formam, juntos, um único corpo. A diferenciação de um produto pode ser feita de diversas formas: tecno-logia, preço, aplicação, qualidade, serviço, canais de distribuição, público alvo, clientes específicos e alianças. Alguns conceitos devem ser levados em consideração na tentativa de posicionar bem um produto. O mercado é que posiciona os produtos, e não a empresa.


Por isso, as empresas precisam entender como funcionam as engrenagens do mercado, para poderem influenciar a forma através da qual o mercado posiciona seus produtos. As empresas devem enfocar fatores de posicionamento intangíveis. Mais eficaz do que estabelecer posições através de preços ou especificações técni-cas é estabelecer posições baseadas em fatores "subliminares", como lideran-ça tecnológica e qualidade. As empresas têm que desenvolver o produto completo. Os produtos possuem atributos tangíveis e intangíveis. Imagine o produto computador. Se junto com a máquina não vierem os programas de utilização, o produto perderá uma parte tangível.


Já se o computador proceder de uma empresa desconhe-cida e com apoio financeiro duvidoso, ao produto faltarão alguns elementos intangíveis As empresas têm que entender o que é o sucesso e o que é o fracasso. Para que possam lançar no mercado produtos de sucesso, as empresas precisam entender as sutilezas de seus sucessos ou fracassos anteriores, analisando sem-pre seus resultados. As empresas têm que estar voltadas para o mercado, sempre procuran-do clientes e possíveis clientes.


Entender o verdadeiro papel da marca. Os consumidores estão cada vez mais dispostos a experimentar novos nomes que aparecem no mercado. Uma marca tem que ser mais do que um simples ícone, tem que representar as qualidades da empresa e o do produto. Uma empresa tem que estar disposta a experimentar. Experimentar no-vos produtos ou estratégias, sempre atenta à resposta do mercado. Se seus clientes andarem em determinada direção, uma nova estratégia deve ser lan-çada na mesma direção.


O AMBIENTE DEFINE O PRODUTO


Um produto pode apresentar diversos significados sob a ótica dos con-sumidores. Todos os fatores externos ao produto, os elementos de mercado, como tendências tecnológicas, dinâmica, concorrência, tendências sociais e econômicas, influenciam a maneira do consumidor ver um determinado produto. Imaginemos duas novas marcas de vinho, fabricadas com as mesmas uvas, armazenadas na mesma adega, engarrafadas no mesmo tipo de garrafa. Simplesmente idênticas. Imaginemos que uma delas é vendida em supermercados enquanto a outra é vendida apenas em delicatessen e servida apenas nos mais finos restaurantes. As marcas deixaram de ser idênticas.


A do supermercado pode chegar a ser vista até com certo desprezo enquanto a outra é vista como artigo de altíssima categoria. As empresas devem utilizar as variações de comportamento induzidas pelo meio para tirar proveito para seu produto. Um exemplo claro dessa aplicação podemos conferir com a nova campanha de marketing dos carros da Ford. Nos comerciais, a empresa enfatiza que só os seus carros possuem motor Zetec Rocam. Embora a grande maioria das pessoas não faça a menor idéia do que esse termo significa, identifica-o como um grande diferencial com relação aos concorrentes. Mais uma vez vale lembrar que é o mercado que posiciona os produtos. Portanto, saber lidar com o "temperamento" do mercado é crucial para obter sucesso.


Estudar todas as características dos seus clientes, suas necessida-des, seus gostos, suas percepções, possibilita a empresa criar uma relação mais forte com seu público. É analisando o mercado que uma empresa conse-gue criar a percepção de que seu produto é único, como no caso da Ford. Não é somente antes de lançar um produto, mas também depois, que a empresa deve ficar "de olho" no comportamento de seu público. Aliás, conhe-cer seu público é o primeiro e principal dever de uma empresa.


Tudo que uma empresa criar pode ser copiado por outra, mas o conhecimento que uma empresa detém de seus clientes é seu principal trunfo em relação aos concorrentes. Vejamos um exemplo: Nos início dos anos 70, a Measurex vendia um computador digital para fabricantes de papel. Utilizando esse computador, os fabricantes conseguiam produzir uma maior quantidade de papel usando a mesma quantidade de maté-ria prima. Os clientes viam o produto como um instrumento para melhorar sua produtividade e, sabendo disso, a Measurex procurava reforçar essa idéia. O produto era uma máquina e seu concorrente também podia criar uma máquina semelhante. Porém, em 1973, o embargo do petróleo provocou mudanças drásticas no mercado.


A fabricação de papel é um processo que consome muita energia e, por isso, o aumento do preço do petróleo representou uma grande ameaça à rentabilidade do setor. Em resposta a esse mercado em transformação, a Mea-surex reposicionou seu produto. Isso só foi possível graças ao nível de ligação e compreensão que a empresa tinha com seus clientes. A Measurex veiculou anúncios que diziam: "A Interstate Paper Company vai economizar 100 barris de petróleo por dia com o uso do Measurex...". Assim, a empresa redefiniu o computador como um produto que poupava energia. Os fabricantes de papel compraram computadores para poupar energia e as vendas da Measurex con-tinuaram crescendo. O produto era fisicamente o mesmo, mas com uma nova definição e posição no mercado.


ENFOQUE NOS FATORES INTANGÍVEIS


É comum encontrarmos empresas que comparam seus produtos como o mais barato ou o mais potente do setor. Sendo assim, elaboram estratégias para posicionar a marca como, por exemplo, a mais barata. Acontece que é bastante difícil se manter como o mais barato ou o mais potente para sempre. Novas tecnologias e processos surgem a todo instante, inclusive para o seu concorrente, trazendo a idéia de que um dia alguém pode fabricar um produto mais barato ou mais potente que o seu. É muito mais interessante se posicionar baseado em fatores como qualidade, confiabilidade e serviço, os chamados fatores intangíveis. Um bom exemplo de base em fatores intangíveis é a Sony. Durante anos a empresa vem construindo uma imagem que se traduza em inovação (foram eles que inventaram o walkman e uma série de outros aparelhos), tec-nologia de ponta e extrema qualidade.


Criou-se com isso uma marca sólida, que transfere para qualquer novo produto da empresa suas qualidades intrínsecas. Os serviços prestados por uma empresa que acompanham um produto também são fatores de grande influência na cabeça do consumidor. Se você tem que escolher entre duas marcas de automóveis, uma conhecida e que ofe-rece garantia de 2 anos, várias oficinas autorizadas pela cidade, uma central de atendimento que esclareça suas dúvidas no pós venda, e que presta um ótimo atendimento no momento da compra, e outra marca que simplesmente quer vender o carro e nunca mais ouvir falar de você, certamente a opção será a primeira. Vejamos um exemplo: Nos início dos anos 70, a Measurex vendia um computador digital para fabricantes de papel. Utilizando esse computador, os fabricantes conseguiam produzir uma maior quantidade de papel usando a mesma quantidade de maté-ria prima.


Os clientes viam o produto como um instrumento para melhorar sua produtividade e, sabendo disso, a Measurex procurava reforçar essa idéia. O produto era uma máquina e seu concorrente também podia criar uma máquina semelhante. Porém, em 1973, o embargo do petróleo provocou mudanças drásticas no mercado. A fabricação de papel é um processo que consome muita energia e, por isso, o aumento do preço do petróleo representou uma grande ameaça à rentabilidade do setor. Em resposta a esse mercado em transformação, a Mea-surex reposicionou seu produto. Isso só foi possível graças ao nível de ligação e compreensão que a empresa tinha com seus clientes.


A Measurex veiculou anúncios que diziam: "A Interstate Paper Company vai economizar 100 barris de petróleo por dia com o uso do Measurex...". Assim, a empresa redefiniu o computador como um produto que poupava energia. Os fabricantes de papel compraram computadores para poupar energia e as vendas da Measurex con-tinuaram crescendo. O produto era fisicamente o mesmo, mas com uma nova definição e posição no mercado. Um agente fundamental para introduzir os fatores intangíveis, resumidos em uma marca, na cabeça do consumidor é a publicidade. Você prefere uma geladeira Brastemp ou uma que "não é nenhuma Brastemp mas..."?


O PRODUTO TOTAL


Como pudemos observar, o produto total é composto de partes tangíveis e intangíveis. O consumidor compra uma percepção como parte de todo produto tangível. A percepção estende-se da reputação pela qualidade do produto e seu fabricante à reputação de outros usuários do produto. E o que é mais importante, a percepção abrange a responsabilidade pela solução. Se o pro-duto possui alta qualidade, bom serviço, bom suporte, liderança em tecnologia, etc., maior será a probabilidade de aceitação por parte do mercado. A compra deve significar uma experiência benéfica ao consumidor, deve se adequar aos seus planos e objetivos, satisfazendo-o integralmente. A satis-fação do consumidor é o principal medidor da aceitação de um produto e é cal-culada subtraindo a experiência esperada da experiência realmente percebida.



Quer mais??? Quer vê o resto??? Acessa : http://usuarios.uninet.com.br/~josehigi/mkt11.html e aproveita...material bom demais.

abs

Dani Cabraíba

quarta-feira, 30 de março de 2011

Marketing de Relacionamento 2

Continuação do material... TECNOLOGIA VENDE TECNOLOGIA
A tecnologia e marketing já foram considerados inimigos. A mesmice fria e impessoal da tecnologia e a peculiaridade humana do marketing pareciam estar em freqüentes brigas. Os computadores só tornariam o marketing menos pessoal; o marketing jamais aprenderia a apreciar a aparência e a essência dos computadores, banco de dados e o resto da parafernália de alta tecnologia. Na realidade o casamento entre tecnologia e o marketing alterou considera-velmente a relação entre a empresa e o cliente e o trabalho do vendedor. Os vendedores transformaram-se em consultores de marketing. Armados com seus notebooks possuem informações vitais para auxiliar as decisões dos clientes.

NOVOS TEMAS PARA O NOVO MARKETING
Atualmente as transformações são tantas e ocorrem tão rápido que os padrões e comportamentos estabelecidos no mercados já não são mais sustentáveis. A administração moderna defronta-se com tantas peculiaridades que às vezes a situação foge de seu controle. Algumas das coisas que acontecem nesta nova era competitiva:




  • A diversidade de produtos e serviços aumenta até em pequenos segmentos de mercado


  • A competição mundial aumenta


  • Os mercados ficam tão segmentados que os nichos tornam -se soberanos


  • As distinções entre produtos ficam pouco nítidas


  • Os ciclos de vida dos produtos são acelerados


  • Os canais de distribuição estão em um fluxo constante


  • Embora ficar ao lado do cliente seja preeminente, os canais muitas vezes obscurecem o diálogo com o cliente


  • A mídia promocional tradicional amplifica o nível de barulho e não consegue comunicar mensagens claras. Reina a confusão


  • As organizações diminuem e se reestruturam, procurando novas formas de fazer negócios


  • Ambiente de negócios e o curso dos eventos competitivos são imprevisíveis


  • A previsão e as pesquisas não proporcionam um caminho de ação nítido



HORA DE COLOCAR UM PRODUTO NO MERCADO E HORA DE ACEITÁ-LO

A hora de colocar um produto no mercado é a preocupação principal de toda a gerência. Hoje , a tecnologia e a informação estão em pé de igualdade. A informação é tão penetrante que logo que se torna visível uma tecnologia, já está disponível para todos. A liderança tem uma duração muito menor no ne-gócio da tecnologia do que em outros setores. Exige-se que todos mantenham um prazo para comercializar os produtos no mercado, da diretoria aos gerentes de engenharia. Índice de penetração de novas tecnologias Anos de lançamento do produto a um milhão de usuários Telefone - 20 Televisão - 15 Televisão a cabo - 10 Videocassetes - 6 Telefone Celular - 7 PC - 4 Fonte : RMI / Phillips Publishing

O SURGIMENTO DOS "OUTROS"
Hoje, parece haver mais de tudo - mais fábricas de biscoitos, mais fábricas de sorvete, mais marcas de roupa, mais carros, mais fornecedores de computador, mais fornecedores de software, e mais empresas de serviços. Um Artigo da Business week discutiu os modismos da década de 80. Observava-se que os executivos agarravam-se a qualquer idéia gerencial que pareça ser uma resposta rápida. Na década de 90, voltaremos ao velho método de "Delinear e atacar". As empresas tentarão alcançar uma posição superior construindo relações sólidas com seus clientes: relações baseadas na confiança, receptividade e qualidade. Marketing é como ir à Lua Nos setores de rápida transformação, marketing é como dirigir um foguete da Terra para a Lua. Nós sabemos que a lua está lá, mas está constantemente mudando de posição. teremos que corrigir a rota para alcançarmos. Marketing é uma questão de criar mercados, não de participar do mercado Penetrar no mercado visando apenas atingir uma maior fatia do mercado existente, muitas vezes destroi a rentabilidade. Quando se cria um novo mer-cado, a rentabilidade tende a ser muito maior, como é o caso da Apple que é a 3ª mais rentável dos EUA, e detém apenas 10% do mercado em que atua, é que ela inovou quando resolveu dedicar-se apenas à parte gráfica. Marketing tem a ver com processo, não com táticas promocionais Em 1983, a IBM lançou o PCjr, com uma campanha promocional multi-milionária. Utilizou revistas, rádio entre outros, mas o equipamento não vendeu bem. O problema é que a IBM não teve como avaliar o produto a tempo neste caso, a revenda não se empolgou com o produto, além de não o conhecerem bem. Seria muito melhor se tivessem feito um pré lançamento com testes, as-sim teriam um feedback sobre o produto antes de colocá-lo à disposição no mercado de massa. Marketing é qualitativo e não quantitativo Os homens de negócios adoram números, fazem com que se sintam se-guros. Entretanto, quando falamos de inovação tecnológica, precisamos confiar no feeling, pois pesquisas de mercado neste sentido usualmente custam fortunas. Marketing é trabalho de todos Marketing é desenvolver e manter relações com o cliente, é integrá-lo ao projeto, desenvolvimento, produção e processo de vendas da empresa. A empresa inteira tem que pensar em termos de marketing.


Continua...
*Material disponível em: http://usuarios.uninet.com.br/~josehigi/mkt1.html ** Material produzido por: Profº Francisco Fernandes Filho e os alunos Alexandre Rotti, Fabio Mais Soares, Luis Felipe A. C. Senra e Roberto Pereira Eisenlohr

domingo, 27 de março de 2011

Marketing de Relacionamento - Regis Mckenna

Achei esse material na internet...muito bom!!! É um resumão do livro Marketing de Relacionamento de Mckenna. Como é grande vou colocar aos poucos...mas logo abaixo do texto segue o link se quiser vê-lo todo agora. abs Dani Cabraíba
MARKETING DE RELACIONAMENTO




MARKETING É TUDO


A tecnologia está transformando as escolhas e as escolhas estão trans-formando o mercado. Como conseqüência, estamos testemunhando o surgi-mento de um novo paradigma do marketing - não um marketing do "Faça mais", que simplesmente aumenta o volume dos discursos de vendas do pas-sado, mas um marketing baseado na experiência e no conhecimento que re-presenta a morte definitiva do vendedor. Há várias décadas, havia empresas concentrando suas energias de vendas em modificar a mentalidade do cliente adaptando-a para seus produtos. Ofereciam lemas como "Você pode escolher qualquer cor, desde que seja preto". Com o desenvolvimento da tecnologia e o aumento da competição, al-gumas empresas se mostraram mais dispostas a atender as necessidades do clientes, passando a perguntar "De que cor você prefere?" Com tantas empresas oferecendo produtos, a fidelização do cliente seria uma tarefa muito dispendiosa utilizando os métodos convencionais de aumen-tar o pessoal de vendas ou aumentar o pessoal do marketing. A melhor opção torna-se estabelecer uma real interação empresa - cliente, onde o cliente fala de suas necessidades e assim ajuda a lançar os novos produtos.


O MARKETING É TUDO E TUDO É MARKETING


No passado, a noção de marketing poderia resumir-se em uma ligação do executivo-chefe para o HeadHunter onde dizia "Encontre um bom homem de marketing" ou seja, marketing era visto como uma função isolada na empresa, que estaria inclusive subordinada a outras funções. Este marketing era entendido como um conjunto de vários truques para iludir o cliente persuadindo-o a comprar os produtos daquela empresa. Hoje, o marketing não é uma função e sim uma forma de fazer negócios, e não está restrita a um departamento, todos dentro da empresa devem ter a consciência, desde a moça que serve o cafezinho até o mais alto executivo.


O OBJETIVO É GANHAR O MERCADO E NÃO APENAS VENDER O PRODUTO


Às vezes deter o mercado significa amplia-lo, outras vezes, diminui-lo. A Apple conseguiu fazer as duas coisas nos esforços de criar e deter o mercado. Se naquela época ela tivesse a mentalidade de fatia de mercado, teria lançado um computador dentro dos padrões do já gigante IBM, e ficaria sempre sujeito às vontades da IBM, mas ao invés disso, procurou um mercado que ainda não existia, encontrou o mercado de editoração eletrônica, criou micros específicos para isso. Uma vez dentro das empresas, qualquer outro passo seria mais fácil, então manteve contato e um bom relacionamento com seus clientes, avaliando quais eram suas maiores necessidades, e assim criou o primeiro sistema operacional baseado em gráficos e ícones, o principal diferencial de seu equipa-mento era a facilidade de manuseio.


O MARKETING EVOLUI JUNTO COM A TECNOLOGIA


Em um mundo de produção em massa, a contrapartida era o marketing de massa. Em um mundo de produção flexível, a contrapartida é o marketing flexível. A tecnologia vem primeiro, a capacidade de comercializar vem depois. Produtos respeitáveis, como a bicicleta, que surgiu de projeto nos dese-nhos de Leonardo da Vinci. Hoje, empresas como a National Bicycle Industry Company em Kokubu, Japão fabrica bicicletas sob encomenda em uma linha de montagem. As medidas são especificadas pelo cliente final que recebe sua bicicleta 2 semanas depois de seu pedido e a um preço 10% acima do preço dos modelos prontos. A empresa oferece 11.231.862 variações de seus mo-delos. Estamos testemunhando a obsolescência da propaganda em massa. No antigo modelo, vende-se bem produtos fabricados em massa para mercado de massa através de propaganda em massa. Quando passamos a ter uma enor-me diversidade de produtos, os anúncios também começam a se diversificar e começam a perder o efeito porque o público perde a capacidade de lembrar que ator recomenda que produto, ou quais as vantagens de determinados pro-dutos. Por exemplo a série de comerciais "Everedy", excelente e aclamada pela crítica, que mostrava um coelho incansável em sua marcha. O comercial teve tanto sucesso que uma pesquisa realizada pela Video Storyboard tests, acla-mou-o como sendo um dos melhores comerciais para a DURACELL (Concor-rente da Everedy), pois 40% das pessoas que gostaram do anúncio atribuiram-no à Duracell. O que produziu aumento de demanda por Duracell. Isto é um dos efeitos do aumento da quantidade de propaganda na cabeça do consumidor.


VENDER O PRODUTO É VENDER O SERVIÇO QUE É VENDER O PRODUTO


A fronteira entre produtos e serviços, que antes era uma coisa super rí-gida, como dois pólos opostos, hoje está se tornando um híbrido, como por exemplo quando vemos que a General Motors ganha mais dinheiro emprestan-do dinheiro para que seus clientes comprem seus carros do que com a produ-ção de carros em si. Do outro lado do híbrido estão empresas de serviços que também desconhecem a utilização de seus serviços e fazem pacotes de servi-ços repetitivos aos quais dá o nome de produtos, como por exemplo um banco que já tem pacotes de empréstimos pré customizados, bem como empresas de consultoria que oferecem pacotes com auditorias regulares. À medida que produtos e serviços se juntam, é importante que o empre-sário compreenda com nitidez o que faz parte do novo híbrido. O componente serviço não é satisfeito consertando-se um produto se este se quebrar. O ser-viço não é um evento, é o processo de criação de um ambiente de informação, garantia e conforto ao consumidor. Considere a experiência de ter comprado um videocassete caro. A pessoa leva o aparelho para casa, o aparelho cai aci-dentalmente no chão e quebra. Como consumidor, você tem que tomar uma decisão ao levar o produto de volta à loja. Vai dizer que veio quebrado ou vai dizer a verdade? A resposta depende de como a loja responderá. A maioria dos clientes aprecia uma loja que os encoraja a contar a verdade, tratando todos os pro-blemas do cliente. A empresa que adota uma política de "Resolvemos tudo , sem perguntas" em situações adversas podem ganhar um clientes para o resto da vida.


Continua...



** Material produzido por: Profº Francisco Fernandes Filho e os alunos Alexandre Rotti, Fabio Mais Soares, Luis Felipe A. C. Senra e Roberto Pereira Eisenlohr

terça-feira, 22 de março de 2011

Comercial da Coca-Cola - Razões para acreditar. Os bons são maioria - Co...



Tipo de propaganda que não está interessada somente em vender produto...informa, conscientiza, emociona e de quebra ainda vende produto. Lindo!!!!

Palmas infinitas...

Dani Cabraíba

segunda-feira, 21 de março de 2011

Globo considera rede social como marca adicional

Em seu manual de práticas publicitárias, emissora estabelece um valor extra para comerciais que divulguem perfis e canais de marcas no Twitter e no FB

Bárbara Sacchitiello
Meio&Mensagem


Por considerar que um perfil em rede social - como Twitter ou Facebook - é um canal independente de comunicação, a TV Globo adotou, como prática, a cobrança adicional pela divulgação de eventuais perfis de marcas e anunciantes nas comunidades virtuais. A medida já vem sendo praticada há tempos pela Direção Geral de Comercialização da emissora, mas ganhou, nesta semana, um reforço para que seja efetivamente colocada em prática. Todas as afiliadas e retransmissoras da Globo no País receberam um comunicado solicitando a atenção para o recebimento de comerciais que, porventura, façam menções à perfis e canais das marcas nas redes sociais.

Em seu manual de práticas publicitárias, a Globo define comercial múltiplo como toda inserção que faça menção à mais de uma marca - como os anúncios de redes varejistas, por exemplo, que costumam ir à mídia para divulgar os preços dos produtos que comercializam. Para exibir esses comerciais, a emissora solicita aos anunciantes um pagamento adicional pela multiplicidade do anúncio, considerando que mais de uma marca foi exposta no espaço do break comercial.

De acordo com o apurado pela reportagem de M&M Online, não se trata de barrar ou evitar inserções de redes sociais em sua grade comercial, como foi interpretado por alguns veículos de imprensa que noticiaram a prática. A medida simplesmente enquadra o Twitter, o Facebook e os demais perfis virtuais na mesma categoria de multiplicidade de comerciais já vigente na emissora. Segundo a emissora, os principais anunciantes e agências parceiras estão plenamente cientes desta prática.

De acordo com o apurado junto à Globo, o número de comerciais que fazem menção a perfis das marcas na web vem aumentando consideravelmente nos últimos tempos, por isso a preocupação em avaliar e aplicar o critério de cobrança pelo anúncio múltiplo. A exibição do site da marca no comercial, entretanto, não é considerada como uma publicidade adicional, não se encaixando, portanto, no critério de multiplicidade.


Fonte: Meio&Mensagem
O negócio é não perder negócio!
Dani Cabraíba



quinta-feira, 10 de março de 2011

As 7 razões do sucesso do Twitter

Carlos Hilsdorf


Quando criado, por Biz Stone (@biz) e Evan Williams (@ev), em 2006, o Twitter propunha que as pessoas respondessem a uma simples pergunta: "What are you doing?" (O que você está fazendo?), em 140 caracteres. Daí surgiu o conceito microblogging - um blog enxuto, algo que se assemelhasse a um diário de anotações rápidas, em que as pessoas escrevessem o que estavam fazendo, pensando, ou onde estavam naquele momento. Mas isto seria muito pouco para fazer do Twitter o fenômeno mundial que é hoje. Desde sua criação até sua popularização, diversos fatos sucederam-se para transformá-lo nesta verdadeira febre digital.

O principal motivo do sucesso do Twitter é atribuído ao fato dele ser o que muitos denominam de um serviço "incompleto", sem finalidade definida e que, portanto, está sendo diariamente inventado, ou seja, aberto à criatividade dos usuários e programadores. Mas ainda há os que defendem que se o Twitter promove o relacionamento entre as pessoas, ele é apenas mais uma rede social, dentre tantas outras.

Não. O Twitter é muito mais do que isso. É uma extensa rede de relacionamentos, notícias, informações, um canal fantástico de comunicação, que dissemina ideias, forma opiniões e liga pessoas do mundo inteiro, em tempo real. Este artigo vai ajudá-lo a compreender porque o Twitter se tornou este fenômeno mundial, e mais do que isto, levará você a refletir que os mesmos fatores que levaram o Twitter ao sucesso, podem e devem ser considerados em seu negócio.

Dentre diversos motivos para o sucesso do Twitter, destaquei alguns, que exponho a seguir:

1 - É inovador: Conexões unilaterais e valor agregado
Nas redes sociais anteriores ao Twitter, para que fosse estabelecida uma conexão entre duas pessoas, ambas precisavam aceitar o vínculo. O Twitter inovou ao permitir links unilaterais. Assim, você não precisa ser amigo do comunicador Marcelo Tas (@marcelotas), ou dos empresários Abílio Diniz (@abilio_diniz) e Eike Batista (@eikebatista) para se conectar com eles. Você escolhe quem deseja seguir, e passa a ser informado das atualizações que esta pessoa faz. E não são apenas pessoas - Revistas, Jornais, Entidades de Classe, Empresas, Órgãos públicos, Ongs, todos aderiram ao uso da ferramenta. Você tem a possibilidade de filtrar as informações que deseja e ficar com o que realmente agrega valor!

Enquanto nas redes anteriores o que vigorava era a conversa cotidiana, o contato entre amigos, o Twitter veio definitivamente para agregar valor. Assim, para ser seguido, você precisará oferecer um conteúdo relevante. Quem se interessar pelo que você tem a dizer, passará a segui-lo e será atualizado sobre as suas postagens, suas ideias, atividades e projetos. Eu, por exemplo, em meu Twitter (@carloshilsdorf), não escrevo como foi o meu café da manhã, ou se meu vôo está atrasado, como fazem muitas celebridades. Isto não tem a menor importância para quem acompanha meu twitter. Busco oferecer conteúdo significativo para profissionais que desejam aprimorar suas competências, desenvolver habilidades, crescer na carreira. Dou dicas sobre Administração, Marketing, negócios, carreira e comportamento. Procuro atender a uma condição fundamental: agregar valor, oferecer conteúdo significativo àqueles que acompanham meu perfil.

2 - É rápido: Notícias e Informações relevantes na velocidade da luz
Lembra quando você estava em frente à TV e a programação era interrompida por um Plantão de Notícias? Você pensava "alguma coisa importante acabou de acontecer." Pois é. Mas o fato já tinha acontecido há algum tempo. A emissora precisou enviar uma equipe ao local, o editor montar o texto, o âncora, entrar ao vivo...
Com o Twitter, a palavra "imediata", ganhou seu real significado. As fontes das notícias passaram a ser as mais diversas, qualquer pessoa pode notificar um fato extraordinário, imediatamente. Para que se tenha idéia, apenas para citar um acontecimento recente, o terremoto de 2010 no Chile foi noticiado primeiramente por pessoas da região em seus perfis no Twitter (antes mesmo das maiores redes de TV do mundo inteiro, e dos órgãos responsáveis pela monitoração de abalos sísmicos da região). Em questão de 10 minutos o assunto já era um dos mais falados no mundo inteiro, nos famosos Trending Topics (os tópicos mais falados do momento).

Assim, assuntos ligados ao jornalismo ocupam boa parte do conteúdo das mensagens. Um grande número de jornalistas e estudantes de jornalismo adotou o Twitter como ferramenta de trabalho. Os profissionais de Marketing e Publicidade também estão com forte presença no Twitter, conectando-se às associações e órgãos ligados à categoria, agências de publicidade, e a portais de conteúdo, como o @Cidademarketing, para o qual tenho o prazer de escrever artigos como este. O mesmo vem ocorrendo com profissionais da Administração e de outras áreas.

3 - É prático: 5 comandos para dominar a ferramenta.

O segredo está na simplicidade! São poucos comandos para o usuário utilizar a ferramenta por completo. Posts com 140 caracteres, envio de mensagens direcionadas, mensagens privadas, seguir um perfil, montar uma lista de contatos. Seu uso é praticamente intuitivo. Isto faz com que as pessoas tenham menos resistência à sua utilização.


4 - Estreita relacionamentos

Passada a euforia de se conectar às pessoas que você conhece, aos famosos, às revistas que você gosta de ler, você descobre que muitas das empresas com as quais você se relaciona também estão no Twitter para te ouvir. Aproveite a oportunidade. Companhias aéreas, redes de livraria, montadoras de automóveis, redes de fast food, todas descobrindo mais um canal de relacionamento com clientes. Lembrando que este canal de relacionamento tem a vantagem de ser verdadeiramente real time, o que permite às empresas que monitoram as opiniões de seus clientes pelo Twitter, agir imediatamente em uma situação emergencial que coloque em risco a imagem da organização. Melhor que qualquer resposta fornecida por uma assessoria de imprensa pelas mídias convencionais, que ocorre sempre com muita defasagem de tempo. O Twitter permite uma ação imediata. Esta mesma particularidade favorece monitorar oportunidades, realizar promoções, veicular campanhas relâmpago frente a um movimento favorável de opinião ou questionamento do mercado. A prospecção já muito utilizada pelas redes sociais adquire possibilidades adicionais com o Twitter!

5 - É avassalador: O poder viral do Twitter
O Twitter demonstrou em diversas ocasiões ser a rede mais poderosa na disseminação de informações. Lembra da Copa do Mundo de 2010, quando internautas fizeram uma campanha criativa "Save the Galvao Birds"? Uma brincadeira bem humorada com o narrador esportivo Galvão Bueno tornou-se um verdadeiro fenômeno de popularidade no twitter, e espalhou-se por todo o planeta em minutos, chegando ao ponto do próprio Galvão Bueno comentá-la ao vivo, durante uma transmissão de um jogo de futebol da Copa do Mundo.

Outro momento histórico em que o Twitter provou sua força de comunicação foi a campanha presidencial dos Estados Unidos, em que a equipe de Barack Obama soube utilizar-se brilhantemente da ferramenta para fortalecer o famoso "Yes, we can." A opinião de todos os analistas é unânime em reconhecer a importância do uso do Twitter na eleição que consagrou Barack Obama como o 44º presidente dos Estados Unidos.

Hoje, centenas de empresas utilizam técnicas semelhantes e geram muito barulho no Twitter com campanhas e promoções, sempre utilizando mecânicas que ampliem a exposição dentro desta mídia e fazendo com que a repercussão da ação extrapole as fronteiras digitais.


6 - É revolucionário: O surgimento de novos formadores de opinião

A revolução é tão grande que, além das celebridades do mundo real, que também possuem centenas de milhares de seguidores no Twitter, há alguns perfis de ilustres desconhecidos que se tornaram fenômenos de popularidade digital. Pessoas que desenvolveram um conteúdo interessante, atrativo, alguns com caráter de notícias, outros com tom de humor, e que são hoje um grande sucesso no Twitter. Isto nos leva a impressionante conclusão que uma pessoa com cerca de 100.000 seguidores no Twitter e alguns RTs pode ser mais influente que muitos veículos de comunicação.


7 - É inclusivo, flexível, expansível em suas aplicabilidades

Como mencionei no início do artigo, um dos motivos do sucesso do Twitter é o fato dele ser um serviço, em si, incompleto. Não tardou para que outros aplicativos completassem as funcionalidades do Twitter (apenas para citar alguns: Twitcam, Twitpic, Tweetdeck. Twitvid), oferecendo a possibilidade de utilizar a webcam em tempo real, inserir fotos, programar postagens para horários em que você não está disposto a postar. Isso sem falar na mobilidade proporcionada pela utilização dos celulares, smartphones, tablets, que ampliam ainda mais as possibilidades de interação, permitindo acompanhar as novidades sem precisar estar no computador.

E o seu negócio? É ágil? Agrega valor? Está pensado de forma inovadora? Gera experiências que estreitam o relacionamento de sua empresa com clientes e prospects? Monitora tendências e movimentos de seus clientes, antecipando ofertas e sincronizando a comunicação em real time? Reflita sobre princípios de gestão e marketing que estão por trás do sucesso do Twitter e veja o que você pode aplicar hoje mesmo em seu negócio, na empresa em que você trabalha e até mesmo em sua carreira!

O Twitter responde a um anseio profundo do ser humano - comunicar e compartilhar suas ideias, impressões e opiniões ao maior número possível de interessados. Este anseio é comum às empresas que dependem da comunicação para serem vistas, ouvidas, reconhecidas, valorizadas e desejadas... Em tempo: o antigo slogan do Twitter em 2006 "O que você está fazendo?", transformou-se em 2009 para "Compartilhe e descubra o que está acontecendo neste momento, em qualquer lugar do mundo", e hoje evoluiu para "A melhor forma de descobrir o que há de novo no seu mundo". Reflita sobre este fenômeno, e é claro, aproveite isso tudo em favor do sucesso do seu negócio e carreira.

Material do Portal Cidade Marketing, disponível em: http://www.cidademarketing.com.br/2009/ar/113/as-7-razes-do-sucesso-do-twitter.html


sábado, 5 de março de 2011

Programação Ererp 2011 - Não dá para faltar...







ERERP 2011


As Redes Sociais como Espaço de Promoção Profissional

crescimento mediático dos social media tem levado a que nas últimas semanas várias publicações tenham abordado a importância das redes sociais na obtenção de emprego. Cada vez mais, seguindo uma tendência que já está cimentada em países como os EUA ou o Reino Unido, as empresas que prestam serviços de recrutamento ou os próprios departamento de Recursos Humanos de empresas mais ‘conhecedoras das novas tecnologias’ recorrem às redes sociais para obter informação sobre potenciais ou reais candidatos.

A informação partilhada nas redes sociais pode ajudar alguém a obter um cargo, mas também pode funcionar no sentido oposto: não faltam exemplos internacionais de pessoas que perderam oportunidades de emprego ou o seu actual emprego devido a algo que colocaram nos seus perfis. Mas neste post quero abordar não as consequências daquilo que se coloca online, mas sim as consequências do facto de não se ter presença online.

Pesquisar o nome de alguém usando o Google para obter mais informação acerca dessa pessoa vai-se tornando um hábito cada vez mais comum. Mas com a difusão das redes sociais o trabalho de filtrar os resultados à procura da pessoa certa foi facilitado. Agora é possível pesquisar com base no nome, idade, localização… Se isto é uma funcionalidade que permite às empresas obter informação a que antes não tinha acesso, é também uma excelente oportunidade para os utilizadores se ‘mostrarem’ ao mercado laboral. Ainda assim, existem muitos portugueses que ainda não aderiram às redes sociais ou não tiram delas o proveito suficiente em termos de promoção profissional.

Recentemente pediram-me ajuda para encontrar o contacto de uma pessoa através da web. A única informação de que dispunham era o nome da pessoa e a empresa em que actualmente trabalha. Munido dessa informação lancei-me numa pesquisa no Google e nas principais redes sociais: Facebook, LinkedIn, The Star Tracker, MySpace, Twitter e Hi5. Completo insucesso! Ou não existem registos de uma pessoa com esse nome, ou os perfis que poderiam corresponder a essa pessoa estavam bloqueados para aqueles que não são ‘amigos’.

Essa pessoa ‘perdeu’ uma possível oportunidade de emprego pelo simples facto de não se ter dado ao trabalho de criar um perfil visível numa rede social. Compreendo quem não se queira expor em demasia e queira usar as redes sociais como o Facebook para manter contacto com amigos e familiares sem estar exposta a outros. Mas para isso existem soluções profissionais como é o caso do LinkedIn que actuam como um CV online sem colocarem demasiada informação disponível online.

Criar um perfil no LinkedIn não é difícil nem trabalhoso porque não exige o mesmo compromisso de outras redes onde a partilha de informação e de conteúdos é incentivada. Mesmo que não tenha tempo para aceder diariamente ou esporadicamente, ter um perfil acessível no LinkedIn é já hoje um passo fundamental de promoção profissional. Portanto, se ainda não tem um está à espera de quê? O seu futuro patrão está à sua procura neste preciso momento!

Material disponível em: http://dissonanciacognitiva.wordpress.com/2009/08/07/as-redes-sociais-como-espaco-de-promocao-profissional/

sexta-feira, 4 de março de 2011

Consumidor conectado full-time muda publicidade e marketing

Diego Iraheta, especial para Nós da Comunicação


Como se preparar para o comportamento do consumidor nos próximos cinco anos? Na tentativa de encontrar respostas, cerca de 12 mil profissionais de comunicação participaram da Technology For Marketing & Advertising 2011, a maior feira de marketing digital do Reino Unido. Duas expressões sobressaíram nas apresentações das feras da web 2.0 e nos 250 estandes de companhias de TI e agências de publicidade: ‘celular’ e ‘redes sociais’. Para os participantes do evento, esses são os dois canais fundamentais para promover uma marca e aumentar as vendas de um produto ou serviço. A morte do e-mail e as regras 2.0 de relacionamento entre empresa e cliente foram outros destaques da exposição organizada em Londres nos dias 1° e 2 de março.

“O mercado de celular está crescendo mais rápido que o Facebook”, admitiu o diretor comercial da rede social mais popular do mundo, Stephen Haines. A palestra dele, a mais badalada da feira, ensinava aos marqueteiros como o duo celular-FB pode protagonizar campanhas bem-sucedidas. O uso da opção ‘Locais – Check-in’ no aplicativo do Facebook para smartphones já foi utilizado pela gigante varejista GAP para presentear clientes que, em um certo horário, estivessem em uma determinada loja da marca. Esse tipo de promoção aumenta o movimento e, como consequência, amplia vendas de um estabelecimento.

O gerente industrial do Google Mobile, Nicholas Cumisky, celebrou a expansão da tecnologia móvel. “A adoção acelerada do celular e da internet é uma revolução! Chega a bilhões de pessoas. A TV e o rádio levaram anos para ter essa penetração”, comparou. Segundo ele, os internautas conectados via smartphone são mais ativos: frequentam mais as redes sociais, são acostumados a fazer compras on-line e utilizam mais os sites de busca. Por isso, o Google já está criando um aplicativo oral para buscas, baseado na computação em nuvem. Vai bastar dizer uma palavra mágica para o celular que o conhecimento todo estará ao alcance de qualquer usuário.

A oferta de serviços eficientes deve ser a principal proposta no desenvolvimento de aplicativos para iPhones, Androids e afins. Essa é a visão do diretor de Mídias Emergentes da Mindshare (maior agência de marketing da Irlanda), Ciarán Harris. Um dos exemplos dele foi o app que apresenta um mapa interativo dos banheiros públicos mais próximos de você. Graças ao GPS, o ‘Charmin’ localiza os toaletes da região e mostra o ranking dos mais bem avaliados na opinião dos usuários – e os menos, também. Assim, num momento de aperto, quem tem um smartphone não precisa entrar em desespero... É a inteligência pública e coletiva em prol da privada!


INTERAJA, NÃO ANUNCIE

Com o boom das redes sociais, a relação entre marca e cliente deve seguir o comportamento ‘social’ de amigos e seguidores. “As empresas têm que interagir; a pior coisa é ignorar”, aconselhou Stephen Haines, do Facebook, referindo-se às queixas contra produtos ou serviços que são comuns no Facebook ou Twitter. Ele cita o sucesso das fan pages no FB para estreitar laços com consumidores. A página da Coca-Cola na rede, por exemplo, tem 20,5 milhões de ‘Curti’. Todos esses fãs recebem atualizações e promoções do grupo Coca-Cola via mural.

A diretora de marketing da Cisco (multinacional que vende tecnologias) na Europa, Emma Roffey, afirma que a estratégia de comunicação da empresa baseia-se nas conversas online. “Nós ouvimos o buzz das redes sociais para planejar ações e interagir”, conta. Mesmo sem se aprofundar em Facebook e similares, o professor doutor Malcolm McDonald, autor de mais de 40 best-sellers de marketing, sublinhou: “É a interação, os relacionamentos que sua marca tem, que faz a diferença! A primeira regra é entender seu mercado”.

A histórica rejeição de banners e pop-ups contribui com a transformação da publicidade no mundo da web 2.0. Para Ciarán Harris, da Mindshare, as empresas devem evitar anúncios. “A chave é agregar valor a sites, comunidades ou aplicativos”, ensinou. Assim, uma empresa poderia comprar o app do mapa dos banheiros públicos ou do mapa das estações de metrô mais próximas de onde você está – outro exemplo pragmático para o cotidiano.


E-MAILS VÃO PARA A LIXEIRA

Quem não fica irritado quando a caixa de entrada acumula centenas de mensagens não lidas? Tanto spam, informação desnecessária, remetentes esquisitos! Bom, essa dor de cabeça pode estar com os dias contados. Apesar de diversos estandes da Technology For Marketing & Advertising Expo 2011 venderem soluções de e-mail marketing, especialistas preveem a morte do e-mail. As redes sociais e a onipresença dos SMS seriam os algozes.

“Quando algum funcionário diz para mim: ‘Estou precisando mandar um e-mail’, eu logo interrompo: ‘Não, não mande um e-mail’”, ironizou Emma Roffey, da Cisco Europa. Os canais de conversação diversificaram-se tanto nos últimos cinco anos que, para ela, o correio eletrônico tornou-se obsoleto. Ciarán Harris, da Mindshare, ratifica o fim: “Para as gerações mais jovens, é só uma ferramenta para entrar em contato com pais e avós”. Para quem produz newsletters, fica a dica de segmentar conteúdos e oferece-los aos diversos públicos via redes sociais e, claro, celular.

*Material do portal Nós da Comunicação. Disponível em: http://www.nosdacomunicacao.com/panorama_interna.asp?panorama=434&tipo=R